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Equipe do SAE realiza orientações para colaboradores do 13 de…

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Conforme a coordenadora do SAE, a enfermeira Michelle Saldanha, além de versar sobre prevenção, a palestra abordará o tratamento e a identificação dos primeiros sintomas das ISTs. “Também vamos conversar sobre sífilis”, explica Michelle ao destacar que o mês de outubro também é conhecido como o mês de combate à sífilis. “Essa (sífilis) é uma IST que vem crescendo muito no Brasil e em Sorriso também”, pontua.

A profissional frisa que a sífilis não é crônica, isso é, tem cura. “Assim que a pessoa recebe o diagnóstico ela deve iniciar imediatamente o tratamento; são apenas três semanas de uso de medicação. Quando alguém testa positivo no SAE, essa pessoa é encaminhada para tratamento nas Unidades de Saúde da Família”, explica.

Michelle acrescenta ainda que como o tratamento é de três semanas e além do SAE os testes podem ser feitos nas USFs, há um número volátil de infectados. Contudo, “essa é uma infecção comum e o fato de não ser crônica leva muitas pessoas a relaxar quanto à prevenção”, diz. A recomendação, frisa, é que qualquer pessoa que tem vida sexual mais ativa deve realizar o teste a cada seis meses. A enfermeira reforça outra dica: a importância do uso de preservativo em relações sexuais. “Esse é um método eficaz de se prevenir contra qualquer IST”, pontua.

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Vale lembrar que diariamente os exames tanto para hepatites B ou C; sífilis e HIV, são ofertados pela saúde pública de Sorriso diretamente no SAE. Estes, inclusive são exames que devem ser inclusos aos hábitos de rotina. Basta procurar o Serviço no horário das 7 às 11 horas pela manhã e das 13 às 17 horas à tarde. O SAE fica na Avenida Imigrantes, n.º 2495, Centro Norte.

As ações desenvolvidas também integram as atividades da Comissão de Integração de Ensino e Serviço Municipal de Educação Permanente em Saúde (Cies). 

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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