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Gabigol marca, mas Cruzeiro perde no Mineirão e amarga lanterna do Grupo E

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Nesta quarta-feira, em mais um embate da segunda rodada do Grupo E na Copa Sul-Americana, o Cruzeiro foi surpreendido ao receber o Mushuc Runa no Mineirão, caindo por 2 a 1. Apesar do gol de Gabigol, os visitantes contaram com as atuações decisivas de Carlos Alfredo e Bryan Bentaberry, que garantiram o triunfo equatoriano.

A partida teve seu início movimentado e logo o Mushuc Runa abriu o placar aos 29 minutos. Após uma bela jogada individual de Penilla, que colocou o atleta Orejuela em posição de finalizar, o goleiro Cássio tentou segurar, mas Carlos Alfredo aproveitou o rebote e balançou as redes. O Cruzeiro conseguiu reagir no segundo tempo, quando Gabigol converteu um pênalti aos 22 minutos, igualando momentaneamente o jogo.

Contudo, a virada ficou com os visitantes. Aos 32 minutos do segundo tempo, Bryan Bentaberry, bem posicionado após um cruzamento certeiro de Mauricio Alonso, despachou de cabeça e fez o segundo gol para o Mushuc Runa. Com a vitória, a equipe equatoriana assumiu a liderança do grupo, totalizando seis pontos, enquanto o Cruzeiro, que também já havia sido superado em sua estreia, segue sem somar nenhum ponto na competição.

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Para os próximos desafios, o Cruzeiro já tem jogo marcado no domingo, quando enfrentará o São Paulo pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. A partida acontecerá no Morumbi, com início às 17h30, horário de Brasília. Já o Mushuc Runa se prepara para encarar a LDU na próxima segunda-feira, às 16h, pijamada pela oitava rodada do Campeonato Equatoriano, no Estádio Olímpico de Riobamba.

Esta derrota deixa claro que o Cruzeiro precisa rever suas estratégias e tomar medidas urgentes para sair da zona de rebaixamento no grupo, enquanto o Mushuc Runa se mostra um adversário a ser levado a sério na competição sul-americana. Com jornadas decisivas pela frente, as próximas partidas prometem intensificar ainda mais a disputa no torneio.

Fonte: Esportes

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Confederações pressionam Infantino e discutem nova estrutura para a Fifa

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A crise no comando do futebol mundial ganhou força com a articulação conjunta de UEFA, Concacaf e AFC contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino. As três confederações passaram a discutir uma proposta de mudança na estrutura de governança da entidade e não descartam medidas mais duras caso suas reivindicações não sejam atendidas.

Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Guardian, o grupo trabalha em um modelo que poderia ser apresentado como uma reforma da própria Fifa. Em um cenário de ruptura, porém, a proposta também poderia servir de base para uma organização alternativa.

A movimentação ocorre após UEFA, Concacaf e AFC cobrarem uma investigação independente sobre decisões tomadas pela atual direção da Fifa. A tensão aumentou com a divulgação do projeto Fifa Forward Enterprise, que previa a venda de uma participação de 21% na Copa do Mundo a investidores privados. A iniciativa acabou abandonada.

Além da discussão sobre a permanência de Infantino, as confederações questionam o modelo de gestão da entidade, as regras de governança e a forma como os recursos financeiros são distribuídos entre as 211 associações filiadas à Fifa.

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Possível ruptura

O documento em elaboração poderá ser usado como plataforma de uma candidatura de oposição na eleição presidencial da Fifa, marcada para março de 2027. Caso não haja acordo com a atual direção, também existe a possibilidade de criação de uma estrutura concorrente.

As três confederações já discutem a organização de competições próprias diante de um eventual agravamento da crise. A UEFA também aumentou a pressão e considera retirar suas seleções de torneios da Fifa caso não sejam apresentadas garantias de mudanças na governança.

A primeira competição que pode ser afetada é a Copa do Mundo Feminina Sub-20, prevista para setembro. A participação de seleções europeias está condicionada ao avanço das negociações.

Montagliani surge como possível adversário

A disputa também começa a ganhar nomes para a eleição de 2027. Victor Montagliani, presidente da Concacaf, aparece como um possível candidato para enfrentar Infantino, embora ainda não tenha confirmado uma candidatura.

O prazo para formalização das candidaturas termina em 18 de novembro, enquanto a eleição está marcada para março do próximo ano.

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A reação, porém, não é unânime entre as confederações. Conmebol e CAF declararam apoio a Infantino, ampliando a divisão política dentro do futebol internacional.

O cenário coloca a Fifa diante de uma disputa que vai além da eleição presidencial. Em jogo está também o modelo de governança da principal entidade do futebol mundial e a relação de poder entre suas confederações.

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