Mato Grosso

Seduc publica portaria que institui Prêmio Nota Mil no Enem para Redação e Matemática em 2026

Publicado em

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) publicou a Portaria nº 229/2026/GS/SEDUC/MT que institui o Prêmio Nota Mil no Enem, com o objetivo de reconhecer e incentivar o desempenho de estudantes da Rede Estadual de Ensino nas provas de Redação e de Matemática e suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A iniciativa também contempla os professores das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, valorizando o trabalho pedagógico desenvolvido nas escolas públicas estaduais e reforçando o compromisso com a melhoria dos indicadores educacionais.

De acordo com a portaria, poderão receber a premiação os estudantes que concluíram o Ensino Médio na rede estadual no mesmo ano de realização do Enem e que obtiverem notas de destaque nas duas áreas avaliadas.

Os professores responsáveis pelas turmas dos estudantes premiados também serão beneficiados. Nos casos em que mais de um docente tenha atuado com o aluno, será contemplado aquele com maior tempo de atuação na disciplina durante o ano letivo.

Na Redação, os valores variam conforme a pontuação alcançada. Estudantes que obtiverem 960 pontos receberão R$ 500, enquanto aqueles com notas de 980 pontos terão direito a R$ 1 mil. Já quem alcançar a nota máxima, 1.000 pontos, receberá R$ 5 mil. Os professores recebem os mesmos valores.

Leia Também:  Linhas de crédito do Governo de MT para turismo são apresentadas a mais de 80 representantes de municípios

Para a prova de Matemática e suas Tecnologias, os critérios serão escalonados. Notas entre 800 e 850 pontos garantem R$ 500; de 851 a 950 pontos, o prêmio é de R$ 1 mil; e de 951 a 1.000 pontos, o valor chega a R$ 5 mil, igualmente dividido entre estudante e professor.

Para ter acesso ao benefício, o estudante deverá apresentar à escola documentos como identificação oficial com foto, comprovante de conclusão do Ensino Médio, resultado do Enem emitido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e dados bancários ou chave Pix. Caso não possua conta própria, será permitido indicar conta de responsável legal.

As unidades escolares terão a responsabilidade de orientar os participantes, validar a documentação e conferir as notas diretamente na Página do Participante do Enem. Após essa etapa, os dados serão encaminhados às Diretorias Regionais de Educação, que farão a consolidação das informações.

A homologação final dos beneficiários será feita pela Coordenadoria de Ensino Médio da Seduc, que também será responsável por encaminhar os processos para pagamento e organizar ações de valorização, como eventos simbólicos de entrega da premiação.

Leia Também:  Polícias Civis de Mato Grosso e Santa Catarina prendem dois envolvidos em golpe do falso intermediador

O pagamento será realizado preferencialmente por meio de transferência bancária ou Pix, diretamente aos estudantes e professores contemplados. O cronograma com prazos para entrega de documentos e pagamento será divulgado pela Seduc, conforme o calendário oficial de resultados do Enem.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

Published

on

A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável em Araputanga

Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Leia Também:  Polícia Militar prende suspeito de tentar matar homem com golpe de facão

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA