POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho volta a manifestar apoio à CPMI do INSS

Publicado em

O senador Cleitinho (PL-MG) voltou a manifestar seu apoio à instalação da CPMI do INSS. Ele disse que “o roubo aos aposentados” pode se transformar no maior escândalo de corrupção do Brasil.

Cleitinho relatou ter ouvido que a base governista argumenta que as irregularidades começaram no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para o senador, mesmo assim os parlamentares governistas deveriam assinar o pedido pela CPMI.

— Vamos investigar todos os governos. Todos têm que ser investigados. Os homens são falhos. O que mais tem aqui no Congresso é um bando de lobista e vagabundo. Isso tem que ter um ponto final! — afirmou o senador, ao discursar no Plenário nesta quarta-feira (7).

Segundo Cleitinho, um dos trabalhos do Legislativo é investigar o Executivo. Ele disse que a base teme uma CPMI porque pode “dar impeachment” para o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Para o senador, quem roubou deve ir para a cadeia, independentemente de ser de esquerda ou de direita. 

Leia Também:  CSP aprova 'botão do pânico' para comunicação entre motoristas e polícia

Deputados

Cleitinho ainda se posicionou contra o projeto que trata do aumento do número de deputados de 513 para 531 (PLP 177/2023). A matéria foi aprovada na Câmara nessa terça-feira (6) e deve ser enviada ao Senado nos próximo dias. Ele disse que o Congresso deveria ter como prioridade projetos para ajudar o povo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

“Estão desesperados”, diz Flávio após operação da PF contra bolsonaristas

Published

on

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu à operação da Polícia Federal que atingiu pessoas ligadas à produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL), e classificou a ação como uma “terceira facada” contra o grupo político do ex-presidente.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio acusou o governo do PT de utilizar a estrutura da Polícia Federal para atingir adversários políticos e questionou a proximidade temporal entre decisões recentes do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a deflagração da operação.

A Operação Make Up foi deflagrada nesta quinta-feira (10) pela Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), por determinação de Dino. Ao todo, foram expedidos 49 mandados de busca e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal.

Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), que participou do roteiro e atua como produtor-executivo do filme, e a produtora Karina Gama.

Segundo a Polícia Federal, a investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares que teriam sido destinados a organizações relacionadas ao projeto cinematográfico “Dark Horse”.

Leia Também:  Comissão aprova MP que zera conta de luz para famílias de baixa renda

Flávio, porém, apresentou outra interpretação para a operação. Para o senador, a ação teria caráter político e estaria relacionada à disputa eleitoral de 2026.

“Ontem, uma decisão do ex-ministro da Justiça do Lula Flávio Dino deu uma canetada e recolocou o Andrei Rodrigues, do Lula, na Polícia Federal. Hoje, menos de 24 horas depois, a Polícia Federal do Lula deflagrou uma operação contra adversários políticos”, afirmou.

O candidato também citou uma suposta articulação envolvendo Dino, o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Flávio não apresentou, na declaração, elementos públicos que comprovassem a existência dessa articulação.

A reação ocorreu em meio à disputa presidencial e às pesquisas eleitorais que vêm sendo utilizadas pelos candidatos para medir força na corrida pelo Palácio do Planalto.

Flávio afirmou que seu desempenho teria avançado nas pesquisas e relacionou esse cenário à operação realizada pela PF.

“A gente passou o Lula nas pesquisas oficiais deles e eles estão desesperados. Entraram no modo sobrevivência”, declarou.

As acusações feitas pelo senador são interpretações políticas sobre a operação. A investigação da Polícia Federal, por sua vez, tem como objeto formal apurar possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos e pessoas relacionadas à produção do filme. Os fatos ainda são objeto de investigação e não representam, por si só, condenação ou comprovação de responsabilidade criminal dos alvos.

Leia Também:  CPI das Bets aprova condução coercitiva do influenciador Jon Vlogs após ausência

 

 

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA