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Batalhão Ambiental prende homem por posse ilegal de arma de fogo em Arenápolis

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Um homem de 65 anos foi preso pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar por porte ilegal de arma na rodovia MT-160, próximo à cidade de Arenápolis (a 234km de Cuiabá). A prisão foi realizada nesta terça-feira (01.11), após o suspeito ser encontrado com um revólver calibre .38 e munições

Por volta das 17h, os policiais militares do Batalhão Ambiental abordaram um homem em uma caminhonete, na rodovia MT-160. Em vistoria ao veículo, encontraram um revólver calibre .38, com seis munições intactas.

Ao ser indagado sobre a procedência da arma de fogo, o suspeito relatou ser de sua propriedade há mais de 10 anos, mas que não possuía documentação para a comprovação da legalidade do porte.

Diante dos fatos, recebeu voz de prisão por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. O suspeito foi encaminhado para a Delegacia, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

(Texto sob supervisão de Hallef Oliveira)

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Fonte: PM MT

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PF pede abertura de terceiro inquérito para investigar Lulinha por suposto tráfico de influência

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A Polícia Federal solicitou a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A nova apuração busca esclarecer suspeitas de tráfico de influência e possível favorecimento a uma empresa de tecnologia contratada pelo governo federal.

Segundo informações confirmadas pelo Correio Braziliense junto a fontes da corporação, a investigação tem como foco a empresa 3Structure IT Ltda., que mantém contratos vigentes com a administração federal que somam R$ 55.721.051,62.

Na semana passada, a Polícia Federal já havia solicitado a abertura de outros dois inquéritos contra Lulinha. As investigações foram autorizadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e apuram supostas irregularidades relacionadas a recursos do Ministério da Saúde e da Dataprev.

De acordo com a apuração, a suspeita é de que o filho do presidente tenha atuado em favor de uma empresa privada. Até o momento, porém, as investigações estão em fase preliminar e, segundo a própria apuração, ainda não foram apresentadas evidências conclusivas da prática de crimes.

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No caso do terceiro inquérito, ainda não houve definição sobre a relatoria no STF. A tendência é que o processo também seja distribuído ao ministro André Mendonça, por prevenção, já que ele conduz as duas investigações anteriores envolvendo o caso.

As diligências seguem em andamento e deverão indicar se há elementos que justifiquem o aprofundamento das apurações ou eventual responsabilização dos investigados. Até o momento, não há denúncia formal apresentada contra Lulinha.

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