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Moradores do Vida Nova II participam do Projeto de Trabalho Social

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O Residencial Vida Nova II foi entregue em março, mas os beneficiários continuam recebendo acompanhamento pós ocupação. E nesta terça-feira (18), os moradores participaram do Projeto Técnico Social (PTS) do Plano de Desenvolvimento Socioterritorial (PDST).

O projeto é uma ação direta com moradores do conjunto habitacional do Programa Casa Verde e Amarela – Faixa I, com o foco em viabilizar o exercício da participação cidadã, com serviços informativos e educativos, favorecendo a organização comunitária, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida das 300 famílias que lá residem.

“Aqui um ajuda o outro, porque é dez mil vezes melhor assim do que sozinho. Somos uma família. Desde o início resolvemos nos unir com o mesmo propósito, que é preservar o ambiente que convivemos. Temos as preocupações e precauções de maneira coletiva. Sabemos do investimento que foi feito aqui e nada mais justo do que cuidarmos”, declara Graziela de Andrade, moradora do bairro há sete meses.

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Lucas do Rio Verde, esteve presente a convite da Caixa Econômica Federal e levou informações sobre educação ambiental e tirou dúvidas referentes ao consumo e uso de água no imóvel.

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Ana Clara, 10 anos, mora com sua mãe e irmãs conta como foi aprender sobre a importância da separação do lixo e cuidar do espaço em que reside.

“Eu ajudo a minha mãe em casa, não demoro muito no banho e cuido do meu quarto. Aqui na praça do bairro eu não jogo lixo no chão quando estou brincando. Se eu vejo um papel ou lixo no chão eu pego e coloco na lata. Aqui hoje eu fiz até um desenho mostrando como faz para separar os lixos e ajudar o meio ambiente e não deixar o bairro sujo”, declara.
Ao longo do evento, também foi apresentado de forma educativa, oficinas de desenho e pintura para as crianças.

 

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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