Tribunal de Justiça de MT

Colaboradores da Fundação Nova Chance participam de palestra sobre comunicação não-violenta

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O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça finalizou, na tarde desta quinta-feira (27), a semana de atividades desenvolvidas com os colaboradores da Fundação Nova Chance (Funac) e do Escritório Social de Cuiabá. O encerramento do encontro foi com palestra sobre comunicação não-violenta e dinâmica de grupo, na sede do Judiciário, em Cuiabá, no Centro Político Administrativo.
 
A servidora Claudete Pinheiro da Silva Almeida, do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur) e gestora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Juizado da Infância e Juventude de Cuiabá, e o servidor Ubiracy Nogueira Félix, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), falaram para os 70 participantes a importância da prática da comunicação assertiva.
 
De acordo com os dois palestrantes, a comunicação, independente do interlocutor, sempre tem que ser objetiva e clara para que as pessoas entendam a mensagem. A Funac e o escritório social atendem mensalmente quatro mil mulheres e homens egressos e pré-egressos do sistema penitencial de Mato Grosso. “E essas pessoas precisam entender e compreender as informações. Assim, necessitam de eficiência na comunicação desses colaboradores”, destacou Claudete Pinheiro.
 
Para o presidente da Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, essa ação do GMF, planejada pelo gestor Lusanil Egues da Cruz, é gratificante porque capacita os profissionais para a melhoria do atendimento. “Durante a semana com os três círculos de construção de paz, e agora, no término das atividades, com essa palestra sobre comunicação e com as dinâmicas, tivermos a oportunidade de receber conhecimentos e estabelecer empatia. Certamente, o resultado será de muita eficiência. Estão de parabéns pela condução do encontro”, frisou Winkler. Os círculos de construção de paz foram realizados de segunda a quarta-feira (24 a 26 de outubro) na sede da Funac, na Capital.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto 1 – imagem colorida em formato horizontal: participantes da palestra sobre comunicação não-violenta. Foto 2 – imagem colorida em formato horizontal: gestor do GMF fala para os participantes da palestra.
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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