Polícia

Três mulheres são presas com diversas porções de cocaína e crack em MT

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Policiais militares da 27ª Companhia Independente prenderam três mulheres, de 18, 25 e 34 anos, por associação e tráfico ilícito de drogas e apreenderam quase 50 porções de substância análoga à cocaína e crack no bairro Jardim Vitória, em Confresa (1.011 km de Cuiabá). 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, na última segunda-feira (17.10), os policiais foram acionados para se deslocarem até uma residência, pois há dois dias estaria ocorrendo uma festa e o som estava muito alto. 

Os militares chegaram no endereço informado e encontraram o portão meio aberto e identificaram uma das suspeitas, que relatou estar na casa, pois a proprietária estava viajando. 

A mulher jogou uma carteira de cigarro com algumas porções de maconha no chão. Neste momento, os policiais encontraram uma segunda suspeita no interior da casa e 19 porções de cocaína, além de 9 munições calibre 38, balanças de precisão e dois aparelhos celulares.

Questionadas quanto a origem das drogas, elas indicaram uma terceira suspeita como a responsável da droga e que oferecia entorpecentes para comercialização na região. 

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Durante diligência, os policiais foram até a casa da suspeita e encontraram cerca de 30 porções de crack escondidos em um cesto de roupa e outros materiais para embalagem das drogas.

O trio e os entorpecentes foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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