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Fórum de Marcelândia suspende expediente presencial por 20 dias para reformas no prédio

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O expediente presencial da Comarca de Marcelândia está suspenso por 20 dias, a contar desta quinta-feira (20 de outubro), até o dia 10 de novembro, em virtude das obras de reforma e reestruturação que estão sendo realizadas no prédio do fórum.
 
De acordo com a Portaria nº 57/2022-DF, assinada pelo juiz Pedro Antonio Mattos Schmidt, houve a necessidade de prorrogar o período de suspensão do expediente presencial devido ao andamento da reforma.
 
Não haverá suspensão de prazos processuais, uma vez que a reforma do fórum não trará impactos à acessibilidade dos sistemas PJE, SEEU, CIA e outros, no qual tramitam todos os processos judiciais da comarca.
 
Os servidores e servidoras da comarca continuam trabalhando em regime de teletrabalho.
 
Confira abaixo os contatos da comarca:
 
VARA ÚNICA
Lovania Beatriz Zeretzki (66) 99965-4041
 
GABINETE DA VARA ÚNICA
Marciélen Garcia Santos 66-99660-6913
 
CARTÓRIO DISTRIBUIDOR
Andressa Caroline de Barros Colpini Okada (66) 99679-5980
 
CENTRAL DE MANDADOS E ADMINISTRAÇÃO
Jacqueline Magalhães Gonçalves (66) 99716-3939
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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