Tribunal de Justiça de MT

Conselho Nacional de Justiça promove seminário para juízes e juízas sobre direitos humanos

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza amanhã, sexta-feira (21 de outubro), das 9h às 12h30 (horário de Brasília – DF), de forma virtual, o Seminário “Diálogo com juízes e juízas sobre empresas e direitos humanos: o uso da devida diligência em direitos humanos como ferramenta interpretativa”.
 
O evento, restrito aos magistrados e magistradas inscritas, é uma parceria do CNJ com o Escritório Regional do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na América do Sul (Rosa/ACNUDH) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A inscrição deve ser realizada nesta quinta-feira (20 de outubro).
 
 
O link da sala virtual vai ser encaminhado para e-mail dos inscritos, uma vez que o seminário não será transmitido ao vivo pelo Canal do CNJ no Youtube. A primeira palestra, após a abertura do encontro, conforme a programação, tem como tema “Contexto: sobre o papel da Justiça na responsabilização das empresas por abusos aos direitos humanos
 
Outras informações pelos telefones (61) 2326 5540/5541, ou e-mail [email protected].
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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