POLÍTICA NACIONAL

Reconhecimento de ações ambientais em escolas passa na CMA

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A Comissão de Meio Ambiente (CMA) aprovou nesta terça-feira (2) a criação do Selo Bandeira Verde, destinado a reconhecer escolas que desenvolvem ações de proteção ao meio ambiente e de educação ambiental.

De acordo com o PL 4.602/2024, do senador Esperidião Amin (PP-SC), o selo poderá ser concedido às unidades escolares que adotem pelo menos três entre cinco critérios sustentáveis: captação de água da chuva; horta ou jardim escolar; uso de energia limpa; coleta seletiva de lixo; e programas de educação ambiental. Essas ações precisam estar em funcionamento e integradas ao projeto político-pedagógico da escola.

A proposta também estabelece diretrizes para concessão do selo, entre elas a sustentabilidade, a educação para o consumo consciente, a eficiência energética e o respeito à diversidade. Os critérios para concessão, renovação ou perda do selo, além de sua forma de uso e divulgação, deverão ser estabelecidos em nova norma.

O texto recebeu parecer favorável da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP). Ela destacou que o selo poderá transformar as escolas em espaços de prática e disseminação de atitudes sustentáveis, promovendo a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação ambiental. O relatório foi lido na reunião pela senadora Leila Barros (PDT-DF). A matéria segue agora para a Comissão de Educação (CE).

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Audiência pública

A CMA também aprovou requerimento (REQ 27/2025 – CMA), da senadora Leila Barros, de audiência pública para debater o papel do Sistema Nacional de Fomento (SNF) no desenvolvimento de cidades resilientes no Brasil.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Flávio promete mulheres no STF e diz que indicará ministros que “respeitem a Constituição”

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O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, voltou a criticar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) durante um ato de campanha em Itapetininga, no interior de São Paulo, neste sábado (8). Em discurso, o senador afirmou que, caso seja eleito, pretende indicar homens e mulheres para as vagas que forem abertas na Corte.

“O próximo presidente indica quatro ministros do STF e vou colocar lá homens e mulheres, que respeitam a Constituição, que não usem a máquina para enriquecer, que não promovam perseguição”, declarou.

Flávio também afirmou que os indicados não deverão repetir, na avaliação dele, decisões tomadas contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com Jair Bolsonaro. A lei tem que valer para todos, inclusive para ministro do STF”, acrescentou.

Atualmente, apenas uma mulher integra o Supremo: a ministra Cármen Lúcia. Desde a criação do tribunal, outras duas mulheres ocuparam cadeiras na Corte: Ellen Gracie, nomeada em 2000, e Rosa Weber, indicada em 2011.

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Críticas ao STF

Durante o evento, Flávio voltou a criticar a atuação de ministros do Supremo, sem citar nomes. Segundo ele, integrantes da Corte que desejarem atuar politicamente deveriam deixar o tribunal e disputar eleições.

“Se ministro do Supremo quer fazer política, vamos responder na política. Se quer ser presidente do Brasil, renuncia e se candidata. Se quer mandar no Senado, renuncia e se candidata”, afirmou.

O candidato também voltou a defender o armamento da população e prometeu endurecer o combate ao narcotráfico caso seja eleito. Entre as propostas apresentadas no discurso, citou a classificação de organizações criminosas como terroristas.

Flávio também mencionou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018. A Polícia Federal concluiu, à época, que Adélio Bispo agiu sozinho no ataque.

Aceno ao eleitorado feminino

A participação em Itapetininga faz parte da estratégia do PL de ampliar o apoio de Flávio entre as mulheres. O evento foi organizado pela deputada federal Simone Marquetto (PP-SP), que declarou apoio à candidatura do senador.

A campanha também passou a dar maior espaço à esposa de Flávio, Fernanda Bolsonaro, dentista, em atividades eleitorais.

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Durante o discurso, o senador ainda fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), associou a atual situação do país a uma “crise moral” e afirmou que pretende conduzir seu eventual governo sob valores religiosos.

O ato reuniu políticos, prefeitos da região e apoiadores. Entre os presentes estavam deputados federais e estaduais que disputam cargos nas eleições de 2026.

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