POLÍTICA NACIONAL

Esperidião Amin critica denúncia da PGR contra Bolsonaro

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O senador Esperidião Amin (PP-SC), em pronunciamento nesta quarta-feira (16), criticou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro e outros integrantes do chamado “núcleo crucial” vinculado ao ex-presidente. De acordo com o senador, não há fatos concretos que justifiquem as acusações.

Esperidião Amin também lamentou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todos os atos processuais envolvendo o doleiro Alberto Youssef no âmbito da Operação Lava Jato. Para o senador, as anulações comprometem os resultados obtidos pela força-tarefa de Curitiba e deixam a sociedade sem respostas sobre crimes já apurados.

O senador ainda questionou a atuação do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Gonçalves Dias durante os episódios de 8 de janeiro de 2023. Segundo o parlamentar, o ex-ministro foi alertado previamente sobre possíveis invasões aos prédios dos Três Poderes, mas minimizou a importância dessas informações.

Esperidião Amin disse que os acontecimentos das últimas 24 horas representam uma pressão contra a sociedade e suas instituições.

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— É preciso ter fé. Eu tenho fé. Acho que estamos do lado certo e a justiça verdadeira vencerá. Mas é preciso ter resistência, fé e acreditar que você está do lado certo para resistir às bofetadas desses três fatos que eu lamento aqui — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Flávio promete mulheres no STF e diz que indicará ministros que “respeitem a Constituição”

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O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, voltou a criticar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) durante um ato de campanha em Itapetininga, no interior de São Paulo, neste sábado (8). Em discurso, o senador afirmou que, caso seja eleito, pretende indicar homens e mulheres para as vagas que forem abertas na Corte.

“O próximo presidente indica quatro ministros do STF e vou colocar lá homens e mulheres, que respeitam a Constituição, que não usem a máquina para enriquecer, que não promovam perseguição”, declarou.

Flávio também afirmou que os indicados não deverão repetir, na avaliação dele, decisões tomadas contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com Jair Bolsonaro. A lei tem que valer para todos, inclusive para ministro do STF”, acrescentou.

Atualmente, apenas uma mulher integra o Supremo: a ministra Cármen Lúcia. Desde a criação do tribunal, outras duas mulheres ocuparam cadeiras na Corte: Ellen Gracie, nomeada em 2000, e Rosa Weber, indicada em 2011.

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Críticas ao STF

Durante o evento, Flávio voltou a criticar a atuação de ministros do Supremo, sem citar nomes. Segundo ele, integrantes da Corte que desejarem atuar politicamente deveriam deixar o tribunal e disputar eleições.

“Se ministro do Supremo quer fazer política, vamos responder na política. Se quer ser presidente do Brasil, renuncia e se candidata. Se quer mandar no Senado, renuncia e se candidata”, afirmou.

O candidato também voltou a defender o armamento da população e prometeu endurecer o combate ao narcotráfico caso seja eleito. Entre as propostas apresentadas no discurso, citou a classificação de organizações criminosas como terroristas.

Flávio também mencionou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018. A Polícia Federal concluiu, à época, que Adélio Bispo agiu sozinho no ataque.

Aceno ao eleitorado feminino

A participação em Itapetininga faz parte da estratégia do PL de ampliar o apoio de Flávio entre as mulheres. O evento foi organizado pela deputada federal Simone Marquetto (PP-SP), que declarou apoio à candidatura do senador.

A campanha também passou a dar maior espaço à esposa de Flávio, Fernanda Bolsonaro, dentista, em atividades eleitorais.

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Durante o discurso, o senador ainda fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), associou a atual situação do país a uma “crise moral” e afirmou que pretende conduzir seu eventual governo sob valores religiosos.

O ato reuniu políticos, prefeitos da região e apoiadores. Entre os presentes estavam deputados federais e estaduais que disputam cargos nas eleições de 2026.

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