POLÍTICA NACIONAL

Astronauta Marcos Pontes defende escola cívico-militar

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (10), o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) defendeu as escolas cívico-militares como alternativa viável para enfrentar as deficiências do ensino tradicional no Brasil. Segundo ele, o modelo tem contribuído para a melhora no desempenho dos alunos, além de reduzir índices de evasão escolar e violência nas unidades de ensino.

— Segundo a avaliação do Ministério da Educação, em 2022, escolas cívico-militares participantes do Programa das Escolas Cívico-Militares apresentaram redução de 82% na violência física, redução de 75% na violência verbal, queda de 82% nos danos ao patrimônio, redução de quase 80% na evasão escolar e 85% de aprovação pelas comunidades escolares. No estado do Paraná, levantamento recente mostra que 64% das escolas cívico-militares melhoraram o Ideb do ensino médio entre 2021 e 2023, contra 56% das escolas da rede regular. No ensino fundamental, nos anos finais, 67% das escolas cívico-militares melhoraram o Ideb, frente a 57% de escolas comuns. Dá para notar um padrão aí — afirmou.

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O senador afirmou que, mesmo diante de dados positivos sobre desempenho e aprovação da comunidade escolar, as escolas cívico-militares têm sido alvo de tentativas de “sabotagem”. Segundo ele, alguns setores ideológicos rejeitam a proposta pedagógica do modelo e buscam deslegitimá-lo como alternativa à educação pública.

— A escola cívico-militar é o modelo que resgata o senso de pertencimento, que melhora os índices de desempenho e que, acima de tudo, é buscado pelas próprias comunidades escolares. Pais, mães e alunos querem esse modelo, a fila é enorme — eu vejo isso no meu estado, lá em São Paulo. E é exatamente por isso que ele incomoda tanto quem não quer ver os alunos brasileiros aprendendo valores, civismo, respeito e ciência também, ao mesmo tempo — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Oficina Legislativa promove premiação para estudantes e professores do DF

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A Oficina Legislativa do Senado Federal iniciou, nessa quarta-feira (29), o cadastro de propostas legislativas para a premiação de estudantes e professores do Distrito Federal. A iniciativa vai reconhecer, na categoria aluno, os dois autores das ideias legislativas com maior número de apoios no portal e-Cidadania. Na categoria professor, serão premiados os dois docentes com maior número de alunos com ideias aprovadas e publicadas. 

Criada em 2020, a Oficina Legislativa busca aproximar estudantes do processo legislativo. A atividade estimula a identificação de problemas nas comunidades e a elaboração de propostas que podem se transformar em projetos de lei.  

Nesta edição piloto de 2026, somente as instituições públicas e privadas do Distrito Federal podem participar. Serão entregues quatro notebooks, doados pelo Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), sendo dois para estudantes e dois para professores. 

Como funciona 

Podem participar estudantes a partir de 12 anos e professores de instituições de ensino público e privado do Distrito Federal, incluindo educação básica, ensino técnico e superior, além de modalidades como Educação de Jovens e Adultos (EJA), ensino especial, do campo, indígena e quilombola.  

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Para concorrer, o professor deve cadastrar ao menos uma turma no sistema e gerar um código. Os alunos devem utilizar esse código ao enviar suas ideias legislativas pelo portal e-Cidadania, vinculando a proposta à turma. Os vencedores precisarão comprovar vínculo com a instituição de ensino por meio de ofício assinado via Gov.br. 

Cronograma

  • Cadastro de ideias: de 29 de abril a 5 de novembro de 2026. 
  • Contagem de apoios: de 29 de abril a 20 de novembro de 2026. 
  • Divulgação do resultado preliminar: até 4 de dezembro de 2026. 
  • Prazo para recursos: até três dias úteis após a divulgação do resultado preliminar. 
  • Resultado final: após a análise dos recursos. 

Mais informações estão disponíveis no regulamento da premiação. 

Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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