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Trio é preso com motocicleta e vinte e seis sacos de ração furtados em Várzea Grande

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam, nesta segunda-feira (07.11), três homens e recuperaram uma motocicleta, modelo Honda Biz, e 26 sacos de ração, furtados de um estabelecimento comercial, no bairro Jardim Umuarama, em Várzea Grande. 

Durante patrulhamento de rotina na região metropolitana, os policiais foram acionados, após o furto a um comércio, no bairro Mapim, de onde foram levados a motocicleta e alguns sacos de ração de diversas marcas. 

Os policiais ainda receberam informações sobre o local para onde os suspeitos teriam levado a carga e deixado a motocicleta. A equipe se deslocou até o endereço informado, encontrou o portão aberto e identificou a moto com as mesmas características da denúncia.

Durante varredura, os militares abordaram três suspeitos, que confessaram a autoria do crime. Na área da casa, foram encontrados 26 sacos de ração. Questionados, um dos deles informou que a carga seria levada para um galpão, localizado no bairro Renascer.

Com informações sobre o novo endereço, os policiais se depararam com a proprietária do local. Ela relatou que seu ex-cunhado também tinha a chave e pediu para deixar os sacos, pois tinha o objetivo de abrir um comércio voltado para venda de rações animais. 

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A Polícia Militar explicou que os produtos eram objeto de queixa de furto e que, assim como os suspeitos do crime, seriam encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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