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Polícia Civil recupera motocicleta furtada na cidade de Confresa

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Uma motocicleta furtada no município de Confresa foi recuperada pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (19.10), durante ação da Delegacia de Municipal integrada com a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF). Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante pelo crime de receptação dolosa.

Durante diligências, os policiais civis descobriram que uma motocicleta furtada, Honda CB 300, de cor vermelha, estava circulando na cidade. Com base nas suspeitas foram realizadas investigações e identificado o suposto endereço onde o veículo estava.

Em seguida as equipes foram até o local, e pelo portão da residência visualizaram uma motocicleta com as mesmas características, sem placa, escondida atrás de um pé de acerola, na área interna do lote.

Perguntada sobre a procedência da moto, a moradora informou que era de propriedade do namorado de sua filha, que deixou a motocicleta no terreno desde domingo (16) e estava com a chave.

Em checagem, foi constatado que a motocicleta era a mesma do furto em apuração. O veículo foi apreendido e a moradora encaminhada para esclarecimentos.

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Na delegacia, a mulher foi ouvida e presa em flagrante por receptação dolosa. As investigações continuam para localizar o genro da autuada e outros possíveis envolvidos.

Fonte: PJC MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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