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Rotam apreende 106 tabletes de cocaína e prende suspeito por tráfico de drogas

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) apreenderam 106 tabletes de cloridrato de cocaína, na noite desta segunda-feira (07.11), em Cuiabá e Várzea Grande. Na ação, um homem de 31 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Rotam recebeu informações sobre dois veículos, que estariam envolvidos em uma transferência de entorpecentes, na região do bairro Jardim Imperial, na Capital. 

Os policiais militares se deslocaram até o endereço e encontraram uma caminhonete S-10 suspeita. Na sequência, um veículo Siena se aproximou, o motorista retirou duas malas e as transferiu para a caminhonete.

De imediato, a equipe da Rotam abordou os suspeitos, mas o motorista da S-10 fugiu pela região de mata, não sendo localizado. O condutor do veículo Siena tentou fugir em alta velocidade por uma avenida, colocando em risco a vida de pedestres e de outros condutores, porém foi interceptado pela equipe policial.

Ao ser questionado sobre o conteúdo que estava dentro das malas, o suspeito confessou que se tratava de a cocaína. Ao ser perguntado novamente sobre a procedência das drogas, o criminoso revelou o endereço de uma residência, no bairro Canelas, em Várzea Grande, onde estavam os entorpecentes.

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Os policiais militares da Rotam se deslocaram até o endereço informado e encontraram o restante das drogas, totalizando 106 tabletes. No local, também foram identificados acessórios para o tráfico de drogas e documentos em nome de uma mulher, que não foi encontrada.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, junto com os entorpecentes e veículos apreendidos, para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Fonte: PM MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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