Polícia

Projeto Social leva aulas de música para crianças e adolescentes em Confresa

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A música como forma de transformar a vida de crianças e adolescentes, estudantes de escolas públicas. Este é o objetivo do projeto “Som do Futuro”, desenvolvido pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), e que atualmente atende cerca de 50 estudantes no município.

O projeto social é desenvolvido pelo investigador da Delegacia Regional de Confresa, Marcelo Souza, e incentiva crianças e adolescentes, com idades de 10 a 15 anos, à prática musical, apresentando instrumentos e ensinando como tocá-los.

Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, a Polícia Civil conseguiu a doação das flautas para início do projeto, que atualmente contempla alunos de duas escolas públicas do município. Outros custos serão trabalhados junto ao Tribunal Regional do Trabalho e Conseg para aquisição de instrumentos e equipamento.

O idealizador do projeto, Marcelo Souza, relata que o trabalho surgiu da importância em participar socialmente do desenvolvimento de crianças e adolescentes, com a missão de ajudar os jovens a projetar um futuro promissor e íntegro.

“O objetivo para o ano de 2023 é que outras unidades de ensinos possam aderir ao projeto e participar das atividades”, destacou o policial civil.

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Palestras Violência Sexual

Em outra ação preventiva com o objetivo de orientar crianças e adolescentes, a Polícia Civil integrada com o Conselho Tutelar em Confresa está desenvolvendo palestras preventivas, nas escolas municipais e estaduais, com o tema “Abuso Sexual de Crianças e adolescentes”.

As apresentações têm como principal objetivo orientar e alertar o público infantojuvenil sobre os esses tipos de crimes que muitas das vezes ocorrem dentro da própria casa.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Operação Peso Bruto apura extração ilegal de calcário e prejuízo de R$ 3 milhões à União

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Peso Bruto para aprofundar as investigações sobre a extração irregular de recursos minerais e a suposta usurpação de bens da União em Rosário Oeste, a 104 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com a investigação, a atividade minerária teria sido realizada além dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais. As apurações apontam que mais de 34 toneladas de calcário foram extraídas de forma irregular, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões aos cofres da União.

Por determinação da Justiça, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Cuiabá. As equipes da Polícia Federal estiveram em um apartamento no Edifício Monreale, localizado na Avenida Estevão de Mendonça, no bairro Quilombo; em outro endereço no Edifício American Diamond, na Avenida Brasília, no Jardim das Américas; e em um imóvel situado na Avenida Haiti, também no Jardim das Américas.

Durante as diligências, os agentes buscam apreender documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros materiais que possam contribuir para o avanço das investigações.

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Segundo a Polícia Federal, o inquérito teve início após a identificação de exploração mineral fora da área autorizada. Posteriormente, fiscalizações administrativas, análises geoespaciais e perícias técnicas confirmaram indícios da atividade irregular, com impactos ao patrimônio mineral da União e ao meio ambiente.

As investigações também apontam que a exploração ilegal teria ocorrido durante um período prolongado, envolvendo grande volume de calcário. Agora, a PF pretende identificar a participação individual dos investigados, dimensionar o lucro obtido com a atividade, verificar se a prática continua ocorrendo e apurar a existência de outros envolvidos ou beneficiários do esquema.

Os investigados poderão responder por crimes relacionados à usurpação de bens da União, extração irregular de recursos minerais e infrações ambientais, conforme o resultado das apurações.

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