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PM recupera caminhão roubado e prende jovem de 18 anos em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão recuperaram um caminhão modelo Merced Benz 1313 e prenderam um homem, de 18 anos, por formação de quadrilha, disparo de arma de fogo, resistência e receptação, no bairro Petrópolis, em Várzea Grande. 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados, nesta terça-feira (01.11), pela empresa de monitoramento de segurança do veículo, informando que o caminhão, com queixa de roubo registrada na última segunda-feira (31.10) em Cuiabá, estaria na região metropolitana. 

Os policiais se deslocaram até a rua Lúcio Jesus de Carvalho, no bairro Petrópolis, em Várzea Grande, onde avistaram o veículo com as mesmas características apresentadas na denúncia e sem as placas de identificação. 

Assim que os militares se aproximaram, identificaram quatro suspeitos, sendo dois deles na cabine, um do lado de fora e outro em um carro modelo Citroen C4 Palace, prata. 

Neste momento, a quadrilha efetuou disparos de arma de fogo contra os policiais, que revidaram. Os suspeitos correram para uma região de mata e se dispersaram. Durante a fuga, apenas um homem foi detido. 

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Diante dos fatos, o suspeito e o veículo recuperado foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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