NA MT-020

Macabro: polícia encontra caixão com restos humanos em aterro sanitário

Publicado em

 

Uma ossada humana foi encontrada dentro de um caixão abandonado no aterro sanitário de Chapada dos Guimarães, na rodovia MT-020, na manhã desta sexta-feira (31).

A Polícia Militar foi acionada por volta das 9h40, após uma denúncia anônima informar sobre um caixão descartado no lixão municipal. Ao chegar ao local, a equipe constatou a veracidade da denúncia e, ao abrir o caixão, encontrou ossos compatíveis com uma ossada humana.

O local foi isolado e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para os procedimentos periciais. A ossada foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de identificação.

A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer a origem dos restos mortais e as circunstâncias em que o caixão foi parar no aterro sanitário.

Leia Também:  Autor de violência doméstica é preso por posse ilegal de arma de fogo em distrito de Tabaporã
Advertisement

Polícia

Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

Published

on

Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

Leia Também:  Polícia Militar apreende armas de fogos e prende suspeito em Primavera do Leste

A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandados contra facções que atuam nas regiões sul e oeste de MT

Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA