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Avião com capacidade para 64 pessoas e helicóptero militar colidem no ar nos EUA

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Na noite de quarta-feira (29), uma tragédia aérea abalou Washington D.C., quando um avião comercial colidiu com um helicóptero militar. O incidente ocorreu por volta das 21h, horário local (23h em Brasília).

O avião, que transportava 60 passageiros e quatro membros da tripulação, colidiu com um helicóptero militar com três soldados a bordo. O choque aconteceu nas proximidades do Aeroporto Ronald Reagan, importante hub de voos domésticos, e foi registrado em vídeo, mostrando a dramática colisão.

Equipes de resgate estão usando botes e helicópteros para vasculhar o Rio Potomac, onde os destroços do avião aparentemente caíram. Até o último relatório, 19 corpos foram recuperados, sem indícios de sobreviventes. Testemunhas confirmaram à CBS e BBC que, até o momento, nenhuma pessoa foi resgatada com vida.

As condições climáticas na região são extremamente adversas, com ventos fortes e temperatura ao redor de 4°C, com formação de gelo no rio. Bombeiros locais descreveram a área como “extremamente difícil” para as operações de resgate.

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A Associated Press (AP) informou que o helicóptero estava em missão de treinamento quando ocorreu a colisão. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu um comunicado expressando pesar pela tragédia e prometeu monitorar os desdobramentos do incidente.

O avião envolvido era um Bombardier CRJ700, da American Airlines, em voo regional entre Wichita, Kansas, e Washington. A colisão ocorreu quando a aeronave se aproximava da pista de pouso. A companhia aérea confirmou a participação do avião e prometeu fornecer mais detalhes.

O helicóptero, um Sikorsky UH-60 Black Hawk, pertence às Forças Armadas dos EUA. O Exército confirmou que não havia oficiais de alta patente a bordo.

Após o acidente, todas as operações de pouso e decolagem no Aeroporto Reagan foram suspensas. O aeroporto permaneceu fechado enquanto as investigações estavam em andamento.

 

 

 

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MUNDO

Ataque em escola na Tailândia mata professores, estudantes e dois idosos

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Um ataque a tiros deixou nove mortos nesta sexta-feira (7) na província de Nonthaburi, na região metropolitana de Bangcoc, na Tailândia. Segundo as autoridades locais, um estudante de aproximadamente 14 anos é apontado como responsável pelos disparos. Ele também morreu após o ataque.

De acordo com as informações divulgadas pela polícia tailandesa, a sequência de acontecimentos começou na residência dos avós do adolescente. Ainda segundo as autoridades, o jovem teria utilizado uma arma pertencente ao avô e atirado contra os dois idosos.

Na sequência, ele teria seguido para a Debsirin Nonthaburi School, onde ocorreram novos disparos. Conforme os dados divulgados até o momento, três professores e três estudantes morreram no local.

Após o ataque, o adolescente tirou a própria vida, segundo a polícia.

22 pessoas ficaram feridas

O Ministério da Saúde da Tailândia informou que outras 22 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para seis hospitais da região.

Entre os feridos, nove foram classificados em estado crítico. Outros quatro apresentavam ferimentos considerados urgentes, enquanto nove tiveram lesões classificadas como leves.

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A polícia informou ainda que o adolescente teria efetuado 26 disparos. Peritos encontraram outras 34 munições que não chegaram a ser utilizadas.

As circunstâncias que levaram ao ataque ainda são investigadas pelas autoridades tailandesas. Até o momento, não há, nas informações apresentadas, uma motivação oficialmente esclarecida para os disparos.

Atendimento psicológico

Diante da dimensão da tragédia, o governo tailandês mobilizou equipes especializadas em atendimento psicológico para auxiliar sobreviventes, familiares das vítimas e integrantes da comunidade escolar.

Segundo as autoridades de saúde, sete equipes foram destinadas ao atendimento. A estratégia prevê acompanhamento de pessoas expostas ao episódio traumático e suporte às famílias que perderam parentes.

O caso ocorre em meio à preocupação das autoridades tailandesas com episódios de violência armada em instituições de ensino. Segundo as informações divulgadas pelas autoridades locais, outro ataque em uma escola havia sido registrado no país em fevereiro deste ano.

A investigação deverá esclarecer a origem da arma utilizada, as circunstâncias que antecederam os disparos e a motivação do adolescente.

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