Mato Grosso

Politec participa de mutirão indígena e emite 175 documentos em Campinápolis

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) participou da 2ª edição da Ouvidoria Itinerante Xavante, que ocorreu entre os dias 17 e 19 de março na Aldeia Campinas, situada na Terra Indígena Parabubure, no município de Campinápolis. A iniciativa integrou o Mutirão Indígena promovido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT).

A iniciativa foi conduzida pela Ouvidoria-Geral do MPMT e pela Promotoria de Justiça de Campinápolis, reunindo mais de 50 instituições parceiras com o objetivo de levar serviços essenciais diretamente à população indígena da etnia Xavante.

Como parceira da ação, a Politec prestou serviços em três aldeias da região, todas situadas em áreas rurais de difícil acesso. Ao longo dos três dias de mobilização, foram emitidas 175 carteiras de identidade.

As distâncias e as condições de deslocamento evidenciam os desafios enfrentados pelas equipes. A aldeia mais próxima atendida está situada a cerca de 50 quilômetros da sede do município, enquanto a mais distante fica a aproximadamente 90 quilômetros, com acesso predominantemente por estradas de chão.

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De acordo com o gerente de Identificação Civil da Politec, Elthon Teixeira, a iniciativa tem papel fundamental na garantia de direitos básicos à população indígena. “A realização dessa segunda edição reforça o compromisso das instituições em ampliar o acesso da população indígena aos serviços de cidadania. Muitas dessas comunidades estão em regiões remotas, sem acesso a serviços públicos, e ações como essa são essenciais para garantir o direito à identificação civil”, destacou.

O gerente também ressaltou a importância da atuação integrada entre os órgãos envolvidos. “A parceria entre as instituições possibilita levar um atendimento mais completo e eficiente, respeitando as especificidades das comunidades e promovendo inclusão social”, completou.

A participação da Politec em ações itinerantes reforça o compromisso institucional de ampliar o acesso à documentação civil, especialmente em regiões mais afastadas, contribuindo para a promoção da cidadania e inclusão social.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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