Mato Grosso

Polícia Civil prende condenado por atropelar e matar homem na calçada

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A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (16.12), em Canarana, um homem, de 20 anos, condenado a 13 anos de prisão por um homicídio qualificado ocorrido em 2024, no Distrito de São José do Couto.

Após trabalho investigativo, a equipe da Delegacia de Canarana localizou o foragido a aproximadamente 100 quilômetros do centro da cidade, no Assentamento Guatapará, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão.

No momento da abordagem, constatou-se que o suspeito utilizava tornozeleira eletrônica, que estava desligada há vários meses, configurando descumprimento das condições impostas pelo Poder Judiciário.

O preso foi condenado a 13 anos de reclusão por ter atropelado e matado um homem de 31 anos em 2024, em Campinápolis.

Imagens de câmera de segurança permitiram identificar que o condenado atropelou a vítima em cima da calçada, na rua central da cidade. A motivação do crime nunca foi descoberta.

A vítima, Leandro Ribeiro Padilha, de 31 anos, morreu no local. O suspeito chegou a ser preso no dia e confessou o crime, mas conseguiu a liberdade provisória por meio de habeas corpus, com uso de tornozeleira.

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Agora, com a condenação, em audiência por videoconferência, ele teve o mandado de prisão deferido. Nessa segunda-feira (15), ele foi localizado escondido em uma casa no Assentamento Guatapará, local de difícil acesso, e teve a ordem judicial cumprida.

“A prisão do foragido é resultado de um trabalho minucioso de investigação e diligências realizadas pela equipe da Delegacia de Canarana, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a responsabilização de autores de crimes graves, a efetividade da Justiça e a garantia da segurança da população”, afirmou o delegado Diogo Jobane Neto.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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