A Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso participou do I Painel Municipal de Turismo, realizado pela prefeitura de Diamantino, em parceria com o Ministério do Turismo, na noite desta terça-feira (14.10), no auditório da Câmara Municipal de Vereadores.
O evento reuniu poder público, setor privado e empresários para debaterem o desenvolvimento sustentável do turismo e o fomento das empresas locais. Durante o painel de debates, o gerente de Fomento da Desenvolve MT, Júlio Pereira apresentou as linhas de crédito oferecidas pela Agência, voltadas ao estímulo de novos investimentos, modernização dos negócios e expansão das atividades empreendedoras na região.
Diamantino é parceira da Desenvolve MT, possui agentes de crédito que atendem a demanda local dos empreendedores tirando dúvidas, auxiliando na tomada de crédito e apoio e fortalecimento do setor empresarial.
Para o diretor da Desenvolve MT, Edgar Pacheco, o encontro é uma oportunidade de fortalecer as parcerias, trocar experiências e entender a demanda local dos empreendedores.
“A Desenvolve MT tem o compromisso de apoiar iniciativas que geram empregos, renda e valorizem o potencial das nossas cidades, o turismo é uma das grandes vocações do nosso Estado, quando ele se desenvolve toda a economia local cresce junto”, explica.
Durante o encontro, foi apresentado pelos representantes do Ministério do Turismo a linha de crédito do Novo Fungetur, destinado ao trade de turismo. A Desenvolve MT será o agente financeiro do fundo em Mato Grosso, que deverá estar disponível aos empresários de Mato Grosso até o fim de outubro.
Para o prefeito de Diamantino, a parceria com a Desenvolve MT proporciona à cidade o desenvolvimento e apoio aos empresários locais. “O crédito disponível alcança muitas pessoas que às vezes não têm a possibilidade de trabalhar com os bancos convencionais, a Desenvolve MT por ser uma instituição pública, permite o acesso a todos que têm interesse em fomentar os seus negócios”, explica Francisco Ferreira Mendes Júnior.
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
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