O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) está representando a Região Centro-Oeste nas reuniões de consolidação do Programa Resposta em Operações Integradas para Atuação em Situações de Desastres (RESPAD), promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e pelo Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros (LIGABOM).
Os encontros ocorrem entre os dias 03 e 06 de junho, em Brasília, e contam com a participação do comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes, e do Major BM Lucas de Souza Brito.
O objetivo do programa é estabelecer um modelo nacional integrado de comando, controle e prevenção a desastres, promovendo a atuação conjunta entre Corpos de Bombeiros, forças de segurança, Defesa Civil e órgãos de gestão de crises. A iniciativa surge como resposta ao aumento de eventos extremos, como enchentes, incêndios florestais e deslizamentos, intensificados pelas mudanças climáticas.
Os representantes do CBMMT atuam em Câmaras Técnicas responsáveis por eixos como capacitação, diretrizes operacionais, modernização de equipamentos e padronização de protocolos.
Para o tenente-coronel Marcondes, a participação de Mato Grosso reforça o protagonismo do Estado nas políticas nacionais de prevenção e resposta a desastres.
“Contribuir com a construção desse modelo é uma honra e também uma grande responsabilidade, pois estamos formatando um sistema que impactará diretamente a vida de milhares de brasileiros em momentos críticos”, afirma.
O programa também contará com parcerias interministeriais e interinstitucionais, envolvendo o Ministério da Defesa, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, entre outros órgãos, reforçando seu caráter transversal e estratégico para a segurança nacional.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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