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Seleção Brasileira Feminina vence Itália e garante 100% de aproveitamento na data Fifa

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A Seleção Brasileira Feminina de Futebol encerrou sua participação na Data Fifa com chave de ouro, ao derrotar a Itália por 1 a 0, nesta terça-feira, no Estádio Ennio Tardini, em Parma. O gol solitário da partida foi anotado por Luany, assegurando a segunda vitória consecutiva da equipe comandada pelo Brasil.

Com este resultado, o Brasil alcança um feito notável, terminando o período de jogos internacionais com 100% de aproveitamento. Na partida anterior, as brasileiras já haviam superado a Inglaterra por 2 a 1, demonstrando força e consistência. Para a seleção italiana, o saldo da Data Fifa foi menos favorável, com um empate diante do Japão e a derrota para o Brasil.

O jogo

O primeiro tempo do confronto foi marcado por uma intensidade física, com muitas faltas e poucas chances claras de gol para ambos os lados. As italianas tiveram a melhor oportunidade aos 32 minutos, quando Cantore finalizou e exigiu uma boa intervenção da goleira brasileira.

A rede finalmente balançou na etapa complementar, aos 21 minutos, com um belo lance que resultou no gol de Luany. A jogadora Dudinha, com muita garra, conseguiu evitar a saída da bola pela linha de fundo e cruzou com precisão para o meio da área, onde a camisa 22, livre de marcação, empurrou para o fundo do gol, selando a vitória brasileira.

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Próximos desafios

A Seleção Brasileira feminina já projeta seus próximos compromissos. O próximo amistoso será contra Portugal, no dia 31 de dezembro de 2025, uma terça-feira, com horário marcado para as 9h. O local da partida ainda será definido.

Já a Itália terá pela frente um desafio contra os Estados Unidos em amistoso agendado para o dia 28 de novembro de 2025, uma sexta-feira, às 21h, no Inter&Co Stadium, em Orlando.

Fonte: Esportes

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Confederações pressionam Infantino e discutem nova estrutura para a Fifa

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A crise no comando do futebol mundial ganhou força com a articulação conjunta de UEFA, Concacaf e AFC contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino. As três confederações passaram a discutir uma proposta de mudança na estrutura de governança da entidade e não descartam medidas mais duras caso suas reivindicações não sejam atendidas.

Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Guardian, o grupo trabalha em um modelo que poderia ser apresentado como uma reforma da própria Fifa. Em um cenário de ruptura, porém, a proposta também poderia servir de base para uma organização alternativa.

A movimentação ocorre após UEFA, Concacaf e AFC cobrarem uma investigação independente sobre decisões tomadas pela atual direção da Fifa. A tensão aumentou com a divulgação do projeto Fifa Forward Enterprise, que previa a venda de uma participação de 21% na Copa do Mundo a investidores privados. A iniciativa acabou abandonada.

Além da discussão sobre a permanência de Infantino, as confederações questionam o modelo de gestão da entidade, as regras de governança e a forma como os recursos financeiros são distribuídos entre as 211 associações filiadas à Fifa.

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Possível ruptura

O documento em elaboração poderá ser usado como plataforma de uma candidatura de oposição na eleição presidencial da Fifa, marcada para março de 2027. Caso não haja acordo com a atual direção, também existe a possibilidade de criação de uma estrutura concorrente.

As três confederações já discutem a organização de competições próprias diante de um eventual agravamento da crise. A UEFA também aumentou a pressão e considera retirar suas seleções de torneios da Fifa caso não sejam apresentadas garantias de mudanças na governança.

A primeira competição que pode ser afetada é a Copa do Mundo Feminina Sub-20, prevista para setembro. A participação de seleções europeias está condicionada ao avanço das negociações.

Montagliani surge como possível adversário

A disputa também começa a ganhar nomes para a eleição de 2027. Victor Montagliani, presidente da Concacaf, aparece como um possível candidato para enfrentar Infantino, embora ainda não tenha confirmado uma candidatura.

O prazo para formalização das candidaturas termina em 18 de novembro, enquanto a eleição está marcada para março do próximo ano.

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A reação, porém, não é unânime entre as confederações. Conmebol e CAF declararam apoio a Infantino, ampliando a divisão política dentro do futebol internacional.

O cenário coloca a Fifa diante de uma disputa que vai além da eleição presidencial. Em jogo está também o modelo de governança da principal entidade do futebol mundial e a relação de poder entre suas confederações.

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