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Inglaterra goleia a China na Copa do Mundo Feminina de Futebol

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A Inglaterra estava na frente em quatro minutos, quando a China passou pela metade na entrada da área, e Lauren James acenou para Alessia Russo dar um toque certeiro e finalizar Zhu Yu.

O segundo gol chegou aos 26 minutos, quando Millie Bright entrou para ganhar a bola no meio-campo e depois alimentar James, que mandou Lauren Hemp para o gol para uma finalização rasteira de pé esquerdo além de Zhu.

Lucy Bronze cabeceou na trave antes que a Inglaterra marcasse novamente quatro minutos antes do intervalo, quando Alex Greenwood cobrou uma falta rasteira para James na entrada da área e ela fez um excelente chute de primeira no canto mais distante.

James pensou que ela havia marcado um segundo no quinto minuto dos acréscimos após uma impressionante bola de pé esquerdo, mas, após uma revisão do VAR, Bronze foi impedido na preparação.

A China reduziu o gol aos 57 minutos, quando Wang Shuang cobrou um pênalti no meio, depois que um remate de Yang Lina de um canto acertou o braço de Bronze, a decisão foi tomada após uma revisão do VAR.

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A tendência de James para gols espetaculares continuou aos 65 minutos, quando ela deu um brilhante primeiro voleio para Zhu após um cruzamento profundo de Jess Carter.

A substituta Chloe Kelly marcou o quinto gol aos 77 minutos, depois que o goleiro chinês Zhu foi pego por uma bola longa para a frente, antes de Rachel Daly fazer o sexto gol aos 84 minutos.

Estatística

A vantagem da Inglaterra por 3 a 0 no intervalo foi sua maior vantagem no intervalo em uma partida da Copa do Mundo Feminina.

Lauren James ganhou enormes 29 pontos com dois gols e três assistências, mas apenas 12,17% dos jogadores escolheram Lauren James em nosso jogo Daily Fantasy .

Melhor jogadora da partida 

Lauren James (Inglaterra)

Fonte: Esportes

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Confederações pressionam Infantino e discutem nova estrutura para a Fifa

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A crise no comando do futebol mundial ganhou força com a articulação conjunta de UEFA, Concacaf e AFC contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino. As três confederações passaram a discutir uma proposta de mudança na estrutura de governança da entidade e não descartam medidas mais duras caso suas reivindicações não sejam atendidas.

Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Guardian, o grupo trabalha em um modelo que poderia ser apresentado como uma reforma da própria Fifa. Em um cenário de ruptura, porém, a proposta também poderia servir de base para uma organização alternativa.

A movimentação ocorre após UEFA, Concacaf e AFC cobrarem uma investigação independente sobre decisões tomadas pela atual direção da Fifa. A tensão aumentou com a divulgação do projeto Fifa Forward Enterprise, que previa a venda de uma participação de 21% na Copa do Mundo a investidores privados. A iniciativa acabou abandonada.

Além da discussão sobre a permanência de Infantino, as confederações questionam o modelo de gestão da entidade, as regras de governança e a forma como os recursos financeiros são distribuídos entre as 211 associações filiadas à Fifa.

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Possível ruptura

O documento em elaboração poderá ser usado como plataforma de uma candidatura de oposição na eleição presidencial da Fifa, marcada para março de 2027. Caso não haja acordo com a atual direção, também existe a possibilidade de criação de uma estrutura concorrente.

As três confederações já discutem a organização de competições próprias diante de um eventual agravamento da crise. A UEFA também aumentou a pressão e considera retirar suas seleções de torneios da Fifa caso não sejam apresentadas garantias de mudanças na governança.

A primeira competição que pode ser afetada é a Copa do Mundo Feminina Sub-20, prevista para setembro. A participação de seleções europeias está condicionada ao avanço das negociações.

Montagliani surge como possível adversário

A disputa também começa a ganhar nomes para a eleição de 2027. Victor Montagliani, presidente da Concacaf, aparece como um possível candidato para enfrentar Infantino, embora ainda não tenha confirmado uma candidatura.

O prazo para formalização das candidaturas termina em 18 de novembro, enquanto a eleição está marcada para março do próximo ano.

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A reação, porém, não é unânime entre as confederações. Conmebol e CAF declararam apoio a Infantino, ampliando a divisão política dentro do futebol internacional.

O cenário coloca a Fifa diante de uma disputa que vai além da eleição presidencial. Em jogo está também o modelo de governança da principal entidade do futebol mundial e a relação de poder entre suas confederações.

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