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Unfollow entre Ana Castela e Pabllo Vittar ganha novo capítulo nas redes

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Ana Castela voltou a movimentar as redes sociais após uma declaração sobre sua relação com Pabllo Vittar ganhar novo destaque em meio à recente troca de unfollows entre as duas artistas. A repercussão ocorre após a sertaneja aparecer ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira durante a Festa do Peão de Barretos, registro que provocou debates políticos entre os internautas.

A fala de Ana Castela, no entanto, não citou diretamente Pabllo Vittar. Em um vídeo, a cantora explicou que havia feito uma “limpa” em sua lista de perfis seguidos e percebeu que algumas pessoas que antes a acompanhavam haviam deixado de segui-la, enquanto ela ainda mantinha o follow.

Foi nesse contexto que a artista afirmou: “Eu não sou sua fã pra ficar te seguindo”, acrescentando que, se alguém deixasse de acompanhá-la, também deveria retirá-la dos próprios seguidores. A declaração foi posteriormente associada por internautas ao episódio envolvendo Pabllo.

A situação ganhou contornos políticos depois que Ana Castela foi fotografada ao lado de Nikolas Ferreira em Barretos. Na ocasião, os dois apareceram fazendo o número 22 com as mãos, gesto associado ao PL. Pabllo Vittar deixou de seguir a sertaneja posteriormente, mas nenhuma das duas confirmou publicamente que a decisão tenha ocorrido por causa da fotografia ou de posicionamento político.

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Com a repercussão, internautas passaram a interpretar a declaração de Ana como uma possível indireta para Pabllo. A cantora, porém, não mencionou o nome da artista no vídeo, o que mantém a associação no campo das interpretações feitas nas redes sociais.

O episódio reacendeu o debate sobre a influência de posicionamentos políticos nas relações entre artistas e sobre como interações aparentemente banais nas redes sociais, como seguir ou deixar de seguir alguém, podem ganhar grandes proporções quando envolvem celebridades.

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TJMT aprova lista tríplice para vaga no TRE-MT após questionamentos de desembargadores

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A formação da lista tríplice para o cargo de juíza-membro substituta do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) foi marcada por questionamentos durante sessão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Os desembargadores Orlando Perri e Rui Ramos levantaram suspeitas sobre a possibilidade de interferência na escolha das candidatas antes da votação do pleno.

As manifestações ocorreram na sessão virtual realizada na quinta-feira (27), quando o tribunal se preparava para definir os três nomes que serão encaminhados à Presidência da República. A partir da lista, caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolher uma das candidatas para ocupar a vaga.

Orlando Perri afirmou ter recebido informações de que os nomes que seriam escolhidos já estariam definidos antes da votação. O desembargador classificou a situação como grave e disse que não participaria de um processo que eventualmente estivesse previamente combinado.

“Se verdadeiro isso que está circulando, essa eleição é uma farsa. Como será uma farsa a próxima, se prometeram votos para desistência. E eu não participo de jogos de cartas marcadas, até porque eu penso que é um desrespeito às demais candidatas”, declarou.

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Antes da votação, Rui Ramos também havia chamado atenção para a desistência de quatro candidatas que inicialmente integravam a relação. Para ele, o movimento seria incomum e acabou alimentando questionamentos sobre a condução do processo.

A disputa começou com 23 candidatas. Após quatro desistências, 19 nomes permaneceram na disputa pela composição da lista tríplice.

Ao final da votação, o pleno do TJMT aprovou os nomes das advogadas Kamila Michiko Teischmann, Mara Yane Barros Samaniego e Angélica Rodrigues Maciel Felizardo. A lista será encaminhada para a Presidência da República, que deverá escolher uma das três para o cargo.

Presidente reage e anuncia investigação

O presidente do TJMT, desembargador Zuquim Nogueira, contestou a existência de irregularidades no processo e afirmou que não havia, naquele momento, provas suficientes para suspender a votação.

Segundo ele, a declaração de Perri provocou constrangimento e poderia comprometer a credibilidade do ato oficial do tribunal. Zuquim afirmou ainda que determinaria a abertura de um procedimento para apurar as suspeitas apresentadas.

“Eu não conduziria uma eleição viciada, colocando em risco a integridade de todos os membros. Independentemente da instauração de um procedimento de investigação, que eu determino que instaurarei, eu vou seguir com a eleição, se não há prova suficiente [contra o processo]”, afirmou.

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Com a conclusão da votação, os três nomes seguem agora para a etapa de escolha presidencial. A investigação anunciada pelo TJMT deverá apurar as circunstâncias que motivaram os questionamentos apresentados durante a sessão.

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