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Flaviane Ramalho é condecorada como Comendadora Juscelino Kubitschek por trajetória no Direito Agrário

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A trajetória construída por mais de duas décadas no Direito Agrário e a atuação próxima ao setor produtivo renderam à advogada Flaviane Ramalho o título de Comendadora Juscelino Kubitschek. A honraria, concedida por meio da Cruz do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek, reconhece personalidades que se destacam pela atuação profissional e pelas contribuições prestadas à sociedade brasileira.

Apresentada pela instituição como uma de suas principais distinções, a condecoração tem caráter vitalício e passa a integrar a trajetória dos homenageados. No caso de Flaviane, o reconhecimento está diretamente relacionado à sua atuação na advocacia, especialmente no Direito Agrário, segmento em que construiu sua carreira acompanhando produtores rurais e demandas ligadas ao campo.

Para a advogada, entretanto, a homenagem representa algo que ultrapassa a conquista profissional. O título, segundo ela, também carrega a participação das pessoas que estiveram presentes ao longo de sua caminhada.

“Nada teria o mesmo significado sem as pessoas que fazem parte da minha história. Ter minha mãe, meus irmãos, minha família e meus amigos presentes em um momento tão especial tornou essa conquista ainda mais emocionante”, afirmou.

“Nada teria o mesmo significado sem as pessoas que fazem parte da minha história. Ter minha mãe, meus irmãos, minha família e meus amigos presentes em um momento tão especial tornou essa conquista ainda mais emocionante”, afirmou.

Flaviane destaca que cada incentivo recebido ao longo da vida contribuiu para que chegasse ao momento da condecoração. Professores, líderes, amigos e pessoas que fizeram parte de sua formação pessoal e profissional também são lembrados por ela como integrantes dessa trajetória.

“Esse título leva o meu nome, mas carrega a história de muita gente. Primeiro agradeço a Deus e, de maneira muito especial, à minha família, à minha mãe, aos meus irmãos, aos meus amigos, professores, líderes, à família escoteira e a todas as pessoas que fizeram parte da minha caminhada”, declarou.

A ligação com o agronegócio é outro elemento central da história da advogada. Em Mato Grosso, Estado cuja economia possui forte relação com a produção agropecuária, Flaviane construiu parte significativa de sua atuação profissional junto ao setor e afirma ter orgulho de representar as mulheres que participam da cadeia produtiva.

“Tenho muito orgulho de representar as mulheres do agro. Mulheres que estão no campo, na gestão das propriedades, nos escritórios, nas empresas, na advocacia, na produção e em tantas outras atividades fundamentais para Mato Grosso e para o Brasil”, destacou.

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Para ela, a defesa da participação feminina não significa disputar espaços, mas garantir reconhecimento e oportunidades. “Defender o espaço da mulher não significa querer o lugar do homem. Não quero o lugar de ninguém. Quero o nosso espaço, nossos direitos, respeito, oportunidade e reconhecimento pelo trabalho e pela capacidade de cada mulher”, afirmou.

Além da advocacia, a trajetória de Flaviane é marcada pela ligação com Mato Grosso e com o interior do Estado, pelo trabalho voluntário, pelo escotismo e pela participação em iniciativas de caráter social. Experiências que, segundo ela, ajudaram a formar a visão que hoje leva para sua atuação profissional e pública.

A trajetória construída por mais de duas décadas no Direito Agrário e a atuação próxima ao setor produtivo renderam à advogada Flaviane Ramalho o título de Comendadora Juscelino Kubitschek. A honraria, concedida por meio da Cruz do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek, reconhece personalidades que se destacam pela atuação profissional e pelas contribuições prestadas à sociedade brasileira.

Apresentada pela instituição como uma de suas principais distinções, a condecoração tem caráter vitalício e passa a integrar a trajetória dos homenageados. No caso de Flaviane, o reconhecimento está diretamente relacionado à sua atuação na advocacia, especialmente no Direito Agrário, segmento em que construiu sua carreira acompanhando produtores rurais e demandas ligadas ao campo.

Para a advogada, entretanto, a homenagem representa algo que ultrapassa a conquista profissional. O título, segundo ela, também carrega a participação das pessoas que estiveram presentes ao longo de sua caminhada.

“Nada teria o mesmo significado sem as pessoas que fazem parte da minha história. Ter minha mãe, meus irmãos, minha família e meus amigos presentes em um momento tão especial tornou essa conquista ainda mais emocionante”, afirmou.

Flaviane destaca que cada incentivo recebido ao longo da vida contribuiu para que chegasse ao momento da condecoração. Professores, líderes, amigos e pessoas que fizeram parte de sua formação pessoal e profissional também são lembrados por ela como integrantes dessa trajetória.

“Esse título leva o meu nome, mas carrega a história de muita gente. Primeiro agradeço a Deus e, de maneira muito especial, à minha família, à minha mãe, aos meus irmãos, aos meus amigos, professores, líderes, à família escoteira e a todas as pessoas que fizeram parte da minha caminhada”, declarou.

A ligação com o agronegócio é outro elemento central da história da advogada. Em Mato Grosso, Estado cuja economia possui forte relação com a produção agropecuária, Flaviane construiu parte significativa de sua atuação profissional junto ao setor e afirma ter orgulho de representar as mulheres que participam da cadeia produtiva.

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“Tenho muito orgulho de representar as mulheres do agro. Mulheres que estão no campo, na gestão das propriedades, nos escritórios, nas empresas, na advocacia, na produção e em tantas outras atividades fundamentais para Mato Grosso e para o Brasil”, destacou.

Para ela, a defesa da participação feminina não significa disputar espaços, mas garantir reconhecimento e oportunidades. “Defender o espaço da mulher não significa querer o lugar do homem. Não quero o lugar de ninguém. Quero o nosso espaço, nossos direitos, respeito, oportunidade e reconhecimento pelo trabalho e pela capacidade de cada mulher”, afirmou.

Além da advocacia, a trajetória de Flaviane é marcada pela ligação com Mato Grosso e com o interior do Estado, pelo trabalho voluntário, pelo escotismo e pela participação em iniciativas de caráter social. Experiências que, segundo ela, ajudaram a formar a visão que hoje leva para sua atuação profissional e pública.

Atualmente, Flaviane Ramalho também está inserida no cenário político mato-grossense como candidata a deputada estadual pelo Partido NOVO. Identificada com pautas como família, liberdade, responsabilidade, mérito e valorização do agronegócio, ela afirma que pretende colocar sua experiência profissional e social a serviço da população.

A condecoração recebida, neste contexto, ganha ainda outro significado para a advogada: o de ampliar a responsabilidade diante da sociedade.

“Uma honraria dessa importância não representa apenas reconhecimento. Representa responsabilidade. Recebo com muita gratidão e com a certeza de que ainda tenho muito a fazer. Quero continuar trabalhando, servindo e contribuindo com Mato Grosso, representando as mulheres, o agro e todas as pessoas que acreditam que trabalho, competência e dedicação podem transformar a sociedade.”

Ao celebrar a conquista, Flaviane faz questão de dividir o momento com aqueles que participaram de sua história. Para ela, cada abraço, palavra de incentivo e gesto de apoio recebido durante a caminhada também está representado na homenagem.

“Essa honra não é só minha. Ela também pertence a vocês, que estiveram ao meu lado nos dias bons, nos difíceis e, agora, podem celebrar comigo este momento tão marcante”, declarou.

O título de Comendadora Juscelino Kubitschek passa, assim, a fazer parte de forma permanente da trajetória da advogada, reunindo em uma mesma homenagem sua atuação no Direito Agrário, sua relação com o agronegócio e uma história marcada por vínculos familiares, profissionais e sociais construídos ao longo dos anos.

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Unfollow entre Ana Castela e Pabllo Vittar ganha novo capítulo nas redes

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Ana Castela voltou a movimentar as redes sociais após uma declaração sobre sua relação com Pabllo Vittar ganhar novo destaque em meio à recente troca de unfollows entre as duas artistas. A repercussão ocorre após a sertaneja aparecer ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira durante a Festa do Peão de Barretos, registro que provocou debates políticos entre os internautas.

A fala de Ana Castela, no entanto, não citou diretamente Pabllo Vittar. Em um vídeo, a cantora explicou que havia feito uma “limpa” em sua lista de perfis seguidos e percebeu que algumas pessoas que antes a acompanhavam haviam deixado de segui-la, enquanto ela ainda mantinha o follow.

Foi nesse contexto que a artista afirmou: “Eu não sou sua fã pra ficar te seguindo”, acrescentando que, se alguém deixasse de acompanhá-la, também deveria retirá-la dos próprios seguidores. A declaração foi posteriormente associada por internautas ao episódio envolvendo Pabllo.

A situação ganhou contornos políticos depois que Ana Castela foi fotografada ao lado de Nikolas Ferreira em Barretos. Na ocasião, os dois apareceram fazendo o número 22 com as mãos, gesto associado ao PL. Pabllo Vittar deixou de seguir a sertaneja posteriormente, mas nenhuma das duas confirmou publicamente que a decisão tenha ocorrido por causa da fotografia ou de posicionamento político.

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Com a repercussão, internautas passaram a interpretar a declaração de Ana como uma possível indireta para Pabllo. A cantora, porém, não mencionou o nome da artista no vídeo, o que mantém a associação no campo das interpretações feitas nas redes sociais.

O episódio reacendeu o debate sobre a influência de posicionamentos políticos nas relações entre artistas e sobre como interações aparentemente banais nas redes sociais, como seguir ou deixar de seguir alguém, podem ganhar grandes proporções quando envolvem celebridades.

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