AINDA ESTE ANO

Prefeitura de Cuiabá planeja lançar concurso para Guarda Municipal

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou nesta quarta-feira (15) a intenção de lançar o edital para o concurso da Guarda Municipal até o final deste ano.

 

A iniciativa faz parte de suas promessas de campanha, com o objetivo de reforçar a segurança pública na capital mato-grossense.

 

Em entrevista à rádio CBN Cuiabá, Brunini destacou que, embora o projeto esteja nos planos para 2025, sua execução está condicionada à estabilização financeira da Prefeitura.

 

“Tenho apenas 15 dias de gestão. Muita gente quer que a Guarda Municipal seja criada imediatamente, mas precisamos organizar a casa primeiro”, disse ele.

 

O prefeito explicou que, ao assumir a Prefeitura, herdou dívidas da gestão anterior, incluindo folhas de pagamento atrasadas e débitos com fornecedores essenciais.

 

“Ainda não conseguimos pagar todos os contratos e fornecedores, o que torna inviável lançar novos concursos no momento”, afirmou.

 

Brunini ressaltou que o projeto da Guarda Municipal será estruturado para atender a demandas significativas, como a proteção de escolas, centros de saúde e outros bens públicos.

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Ele adiantou que o efetivo da guarda contará com mais de 100 vagas, embora os detalhes ainda estejam em fase de planejamento.

 

Se as finanças municipais forem regularizadas, a previsão é que o edital seja lançado ainda em 2025, permitindo que a Guarda Municipal esteja em operação a partir de 2026.

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CIDADES

Notas do Instagram ganham nova função na eleição: bandeiras passam a identificar lados políticos

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O início oficial da campanha eleitoral de 2026 não movimentou apenas comícios, convenções e discursos. Nas redes sociais, uma disputa silenciosa começou a aparecer nas pequenas “Notas” do Instagram, espaço que fica no topo da caixa de mensagens e permite aos usuários publicar recados curtos para seus seguidores e contatos.

Desde o último fim de semana, usuários passaram a utilizar bandeiras e combinações de cores como forma de sinalizar suas preferências políticas. A movimentação ganhou força a partir de domingo (16), data marcada pelo início oficial da campanha eleitoral.

Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), a bandeira brasileira passou a aparecer com frequência como símbolo de identificação política. O candidato iniciou sua campanha em Copacabana, no Rio de Janeiro, em um ato marcado por referências ao nacionalismo, à segurança pública e ao legado de Jair Bolsonaro.

Do outro lado, usuários identificados com o campo político de Lula (PT) passaram a adotar símbolos em vermelho e amarelo. Em algumas publicações, aparece uma representação semelhante à bandeira do Vietnã, utilizada como referência visual para demonstrar apoio ao petista.

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A tendência transforma um recurso criado para mensagens rápidas em uma espécie de código visual da disputa eleitoral. Em poucos caracteres ou apenas com um símbolo, o usuário consegue indicar aos seguidores de que lado está na polarização que marca a eleição presidencial.

A movimentação acontece em um ambiente digital que já vinha sendo utilizado intensamente pelas campanhas. Levantamento publicado pela Folha de S.Paulo mostrou que partidos intensificaram o uso de conteúdo político nas plataformas da Meta nos meses que antecederam o início oficial da propaganda eleitoral. PT e PL estiveram entre as siglas que mais exploraram conteúdos direcionados ao eleitorado.

A diferença agora é que a mobilização deixou de aparecer apenas nos perfis oficiais de candidatos e partidos. Símbolos, cores, músicas e pequenas mensagens passaram a ser utilizados pelos próprios usuários como forma de identificação.

A bandeira brasileira, que durante anos esteve associada principalmente a cerimônias oficiais e manifestações cívicas, ganhou forte significado político nos últimos anos. Na largada da campanha de Flávio, por exemplo, o símbolo nacional apareceu integrado à identidade visual do ato realizado no Rio.

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Com a campanha apenas começando, a tendência é que as redes sociais se tornem cada vez mais um espaço de disputa simbólica. E, neste ano, até uma pequena nota no alto da caixa de mensagens pode funcionar como uma declaração política.

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