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Ásia ganha espaço no Festival do Chocolate com K-pop, animes e sabores que surpreendem

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Quem visitar o Festival do Chocolate de Mato Grosso, entre os dias 28 e 30 de agosto, poderá fazer uma viagem pela cultura asiática sem sair da Arena Pantanal. A nova área temática reúne gastronomia, K-pop, animes, produtos colecionáveis, decoração e experiências inspiradas principalmente no Japão, na China e na Coreia.

O espaço integra a programação da edição 2026 do festival, que será realizado das 16h às 23h, com entrada gratuita, e foi pensado para ampliar a experiência do público. A ideia é reunir sabores diferentes e referências da cultura pop que já fazem parte do cotidiano de muitos jovens e fãs de entretenimento asiático.

Na gastronomia, o visitante encontrará pratos como yakisoba, lámen, topokki e nikuman. Um dos destaques será o sorvete coreano apresentado pelo Yakisoba Express, uma sobremesa que chama atenção tanto pelo sabor quanto pela apresentação. A combinação de sorvete com marshmallow flambado cria uma cobertura dourada e levemente tostada, proporcionando uma experiência diferente para quem gosta de experimentar novidades.

A gastronomia também terá a presença da Karaage, com opções como karaage cone, karaage domburi, onigiri, lámen, katsu, gyudon, hot dog coreano, frozen e raspadinha.

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Para os fãs de animes e cultura japonesa, a Nekojin, loja especializada em produtos otaku e colecionáveis, estará no festival com figures, chaveiros, bottons, acessórios, itens decorativos e outros produtos inspirados em personagens e animações japonesas.

O universo geek também estará representado por photocards de K-pop, animes e doramas, além de holders, top loaders, peças produzidas em impressão 3D e outros produtos voltados aos colecionadores.

A área terá ainda elementos decorativos e espaços preparados para fotos, incluindo totens em tamanho real inspirados nos integrantes do BTS. A proposta é criar ambientes que possam ser explorados pelo público e também compartilhados nas redes sociais.

A Cena Stage estará presente nos três dias do Festival do Chocolate com um estande inspirado na cultura asiática, com decoração temática, itens fofos, totem em tamanho real dos integrantes do BTS para fotos e guloseimas asiáticas, como salgadinhos, refrigerantes e lámen.

Além da experiência temática, o espaço também funcionará como ponto de venda dos ingressos do Tsunami Treme Tudo durante todo o horário do festival.

No domingo, a cultura coreana ganha destaque no palco principal do festival com uma apresentação dos artistas de K-pop Dance com Bolsa Mimo. A atração leva ao público coreografias inspiradas no fenômeno musical sul-coreano, que conquistou fãs em diferentes partes do mundo.

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Além dos pratos, a área asiática terá guloseimas e bebidas inspiradas na cultura oriental, com opções como salgadinhos, refrigerantes e lámen.

Com a nova área, o Festival do Chocolate amplia seu conceito e transforma a visita em uma experiência que mistura gastronomia, cultura, entretenimento e consumo. A expectativa é que o espaço se torne um dos pontos de maior circulação da Arena Pantanal durante os três dias de evento.

O Festival do Chocolate de Mato Grosso acontece nos dias 28, 29 e 30 de agosto, na Arena Pantanal, em Cuiabá, sempre das 16h às 23h, com entrada gratuita. A programação reúne atrações para diferentes públicos e incorpora, nesta edição, a cultura asiática como uma das novidades do evento.

SERVIÇO

Festival do Chocolate de Mato Grosso 2026

Local: Arena Pantanal, em Cuiabá

Data: 28, 29 e 30 de agosto

Horário: das 16h às 23h

 Entrada: gratuita

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CIDADES

“Casa própria é infraestrutura para o desenvolvimento no interior de MT”, analisa cientista político

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O avanço do emprego no interior de Mato Grosso trouxe um desafio que vai além da abertura de vagas: oferecer condições para que os trabalhadores permaneçam nas cidades onde contribuem para movimentar a economia. Nesse cenário, a construção de casas populares passa a integrar a infraestrutura necessária ao desenvolvimento econômico regional.

A avaliação é do cientista político João Edisom de Souza. Para ele, municípios em expansão precisam conciliar geração de empregos, crescimento urbano e acesso à moradia. “Uma cidade pode atrair investimentos e criar postos de trabalho, mas precisa oferecer condições para que as pessoas permaneçam, formem suas famílias e construam uma trajetória naquele município. A casa própria é decisiva nesse processo”, analisa.

Sapezal ajuda a dimensionar essa relação. Impulsionado pelo agronegócio, o município encerrou 2025 com saldo positivo de 1.090 empregos com carteira assinada e ficou entre as seis cidades que mais criaram postos formais em Mato Grosso, conforme dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo João Edisom, os resultados econômicos precisam se transformar em conquistas percebidas no cotidiano da população. “Quando o trabalhador conquista a casa própria, ele cria raízes, fortalece seus vínculos com a cidade e passa a participar de maneira mais ativa da economia local. Isso movimenta o comércio, amplia o consumo e gera maior estabilidade para as famílias”, afirma.

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Permanência dos trabalhadores

A necessidade de reter profissionais também alcança municípios que exercem forte influência regional. Alta Floresta e Juína concentram atividades de comércio, saúde, educação e prestação de serviços que atendem moradores de diversas cidades vizinhas.

Para o especialista, a dificuldade de encontrar uma moradia compatível com a renda pode limitar a permanência de profissionais essenciais e elevar a rotatividade nas empresas.

“O trabalhador encontra uma oportunidade, mas nem sempre consegue se estabelecer. A oferta de moradias acessíveis ajuda a manter profissionais da saúde, da educação, do comércio, da segurança e de outros serviços fundamentais para o crescimento do interior”, explica.

Os efeitos econômicos continuam após a entrega dos imóveis. A formação de novos bairros amplia a procura por móveis, materiais de construção, supermercados, farmácias, transporte, manutenção e outros serviços, criando novas oportunidades para os negócios locais.

Sapezal está entre os municípios onde a GRF Incorporadora já iniciou a construção de 532 casas populares. Juína, (113 casas,) e Alta Floresta, com 800 apartamentos, serão as próximas cidades a receber os empreendimentos da empresa, que atua na construção de moradias enquadradas no programa federal Minha Casa, Minha Vida.

Em Mato Grosso, os projetos contam ainda com os benefícios do SER Família Habitação, programa do Governo do Estado que concede subsídios para auxiliar no pagamento da entrada do imóvel, conforme a renda familiar e os critérios de cada município. A combinação das iniciativas reduz uma das principais barreiras enfrentadas pelas famílias na aquisição do primeiro imóvel.

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Para o CEO da GRF Incorporadora, Diogo Reis, a articulação entre os programas governamentais amplia significativamente o acesso à moradia no interior.

“O subsídio destinado à entrada aproxima o imóvel da realidade financeira das famílias. Em Sapezal, onde os empreendimentos já estão em construção, vemos o trabalhador transformar o desenvolvimento da cidade na realização do sonho do primeiro imóvel. É a conquista concreta da casa própria. Agora, queremos levar essa mesma oportunidade para que as famílias de Juína e Alta Floresta também realizem esse sonho nas cidades onde constroem suas vidas profissionais”, destaca Diogo Reis.

Na avaliação do cientista político João Edisom, ampliar a oferta de casas populares fora dos grandes centros favorece uma distribuição mais equilibrada dos investimentos no estado. “A moradia transforma crescimento econômico em qualidade de vida. Além de dar segurança às famílias, ajuda a reter trabalhadores, fortalece o mercado consumidor e torna o desenvolvimento dos municípios mais duradouro”, conclui.

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