OPINIÃO

Quando uma cidade acredita nos sonhos de quem chega

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Toda história de sucesso começa com uma escolha. Antes de uma empresa existir, antes de uma marca conquistar espaço e antes de uma trajetória ganhar reconhecimento, existe um sonho. O sonho de construir um futuro melhor. O sonho de oferecer oportunidades para uma família. O sonho de transformar trabalho, dedicação e confiança em algo que possa atravessar gerações.

 

Foi assim que nasceu a história da Stilo Auto Peças. Ao sair de Rondônia e escolher Cuiabá como o lugar para construir uma nova caminhada, a família Stilo trouxe na bagagem muito mais do que planos de empreender. Trouxe esperança, coragem e a certeza de que, com trabalho e compromisso, seria possível construir uma história.

 

Ao longo dos anos, Cuiabá deixou de ser apenas o lugar escolhido para viver e se tornou parte da nossa identidade. Foi nesta cidade que encontramos clientes que confiaram no nosso trabalho, parceiros que caminharam ao nosso lado, fornecedores que ajudaram no crescimento da empresa e colaboradores que dedicaram parte das suas vidas para construir essa trajetória. A cada pessoa que fez parte dessa caminhada, fica a nossa gratidão.

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A história da Stilo Auto Peças também representa a história de muitas empresas familiares que ajudaram a transformar Mato Grosso em uma das economias mais fortes e promissoras do Brasil. O desenvolvimento do Estado tem sido impulsionado pela força do empreendedorismo, pelo crescimento do comércio e dos serviços e pela capacidade de pessoas que acreditam nas oportunidades que a região oferece.

Mato Grosso tem se destacado nacionalmente pelo avanço econômico, pela geração de negócios e pelo ambiente favorável para investimentos. Esse crescimento é resultado não apenas dos grandes empreendimentos, mas também das milhares de empresas que todos os dias movimentam a economia, geram empregos e fortalecem suas comunidades. Cuiabá ocupa um papel fundamental nesse cenário. A capital é um centro de oportunidades, de conexões e de histórias construídas por pessoas que escolheram acreditar no potencial da cidade.

A Stilo Auto Peças é uma dessas histórias. Uma empresa que cresceu junto com seus clientes, que aprendeu com cada desafio e que entende que nenhum crescimento acontece sozinho. Por isso, este novo momento representa muito mais do que uma nova estrutura. Representa o reconhecimento de uma caminhada construída por muitas mãos.

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A reinauguração da Stilo Auto Peças é uma celebração do passado, uma homenagem a todos que fizeram parte da nossa história e um olhar para o futuro. Seguimos com o mesmo propósito que nos trouxe até aqui: trabalhar com dedicação, valorizar relações verdadeiras e continuar fazendo parte do desenvolvimento da cidade que nos acolheu.

 

Obrigado, Cuiabá. Obrigado a cada cliente, parceiro, colaborador e amigo que acreditou na nossa história. Porque grandes sonhos não são construídos sozinhos. Eles crescem quando encontram pessoas e lugares dispostos a caminhar juntos.

Lucas Lopes, empresário e gestor na Stilo Auto Peças

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A ILUSÃO DA PICANHA: O PRATO VAZIO DO POVO E A FARTURA DOS MARAJÁS

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Prometeram picanha e cervejinha. O brasileiro, ingênuo como sempre, acreditou. Esqueceram de avisar um detalhezinho: a picanha era metafórica – Abóbora.

Na vida real, o trabalhador vai ao mercado, olha o preço da carne, do café, do gás, da energia, e faz aquela engenharia financeira de fim de mês: tira daqui, corta dali troca isso por aquilo. A cervejinha? Fica para o mês que vem — se sobrar. Enquanto o cidadão reorganiza o orçamento para pagar luz, água e aluguel, Brasília segue

morando na sua realidade paralela particular. É a verdadeira Ilha da Fantasia: para o povo, pede-se sacrifício; para a máquina pública, a conta nunca parece chegar. E quando falta dinheiro, a solução é sempre a mesma, batida e requentada: cobra-se mais de quem trabalha, produz e consome. Imposto aqui, taxa ali, “ajuste” acolá. O brasileiro virou sócio do Estado entra com o capital, mas nunca vê o lucro. E, como se não bastasse, abriram-se as portas para a epidemia das bets. O aplicativo que promete recuperar o mês em três toques de tela consome exatamente o dinheiro que deveria pagar comida e conta de luz. Perde-se R$ 50, tenta-se recuperar, perde-se R$ 100, aposta-se R$ 200. O vício nasce, o salário some, e fica só a esperança — que nunca se cumpre — de que a próxima rodada devolve tudo. Progresso, dizem.

O pequeno empresário, esse sim, faz malabarismo de verdade: juro alto, crédito caro, imposto, burocracia, folha de pagamento e um consumidor cada vez mais endividado. Depois perguntam por que tanta empresa fecha. Será que é falta de pensamento positivo?

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Pior que o imposto, pior que a aposta, é o deboche. O cidadão reclama, vem uma piada. Reclama de novo, vem uma gracinha. Governar virou stand-up comedy — só esqueceram

de avisar que quem está na plateia é quem paga o ingresso, o palco e o cachê dos artistas. O povo não quer piada. Quer respeito. Quer empreender sem o Estado agarrado na perna. Quer escola que ensine, segurança que proteja, oportunidade que exista. E, no entanto, existe algo mais espantoso do que tudo isso: a paixão cega por político. Tem gente que não avalia mais resultado, não compara promessa com entrega, virou torcida organizada. O político erra, gasta mais, taxa mais, decepciona — e o apaixonado segue na arquibancada, buzinando rumo ao precipício. Político se tornou ídolo. Acorda! Não é dono do seu voto. É funcionário temporário — e funcionário que não entrega resultado deve ser demitido. Simples assim.

Mas o auge do descaramento tem nome e sobrenome: a eleição da esposa a qualquer custo. Tem político que passa o mandato inteiro fazendo piada, posando de humilde, mas no fundo só pensa em blindar o próprio patrimônio e transformar o cargo em herança de família. Na cara mais dura, aparece pedindo: “me ajudem a eleger minha esposa”, “a família tem que continuar no poder”. E o eleitor, vai lá, bate palma, vibra e ajuda a montar o próximo capítulo da dinastia. Otário por opção, balança bandeira, grita nome de sobrenome e ainda aplaude de pé o enriquecimento do político sem-vergonha. No fim, quem se elege é a esposa; quem lucra é a família; e quem paga a conta, como sempre, é o povo.

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Precisamos quebrar esse círculo — e a pergunta que fica não é de quem você é fã, é qual país você está construindo com o seu voto. Porque governo passa, político passa, partido passa. Quem fica com a conta é você, é o seu filho, é o seu neto. Então fica o desafio: que país você quer deixar para eles? Um país onde se aprende a apostar em vez de trabalhar, a torcer em vez de fiscalizar, a aceitar migalhas, esmolas, bolsa família em vez de exigir resultado? Ou um país, um estado onde o voto é ferramenta de cobrança, não paixão de arquibancada?

A urna não pergunta de quem você gosta. Pergunta, em silêncio, que futuro você escolheu para quem vem depois de você. Só não reclame se, depois de mais quatro anos esperando a picanha prometida, seus netos herdarem apenas o prato vazio — e a conta dobanquete do seu político de estimação.

ACORDA! Você é responsável pelo futuro do Brasil.

Naime Márcio Martins Moraes – Advogado e Professor Universitário – planejamento sucessório e direito da família

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