Começou hoje (25) e segue até o próximo dia 27, a exposição de telas da N. Art´s Galeria de Arte, no Salão Negro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) “Coronel Francisco Pinto de Oliveira”. Com aproximadamente 400 obras que retratam as riquezas cultural e natural de Mato Grosso, pelo menos 30 delas compõem a exposição no parlamento.
O deputado Wilson Santos (PSD) destacou a importância do espaço como meio de valorização dos artistas locais. “É super agradável começar a semana entrando aqui e vendo tanta coisa bonita. Obras fantásticas que retratam nosso Estado. Mato Grosso, em especial Cuiabá e Várzea Grande, tem grandes artistas plásticos, e não é à toa que já expuseram em Tóquio, Nova Iorque, Buenos Aires, Madrid”, destacou o parlamentar.
Wilson lembrou que a Galeria N’Arts, criada no início do século XXI, foi fundamental para o fortalecimento da arte mato-grossense, especialmente ao oferecer visibilidade e oportunidades para jovens talentos e artistas. Além das obras em exposição, que estão à venda, o evento reforça a importância da preservação da cultura e da valorização dos artistas regionais.
Wilson Santos também defendeu a criação de uma estrutura interna na Casa de Leis dedicada exclusivamente à área cultural. “A Assembleia precisa ter uma superintendência ou secretaria ligada exclusivamente à cultura. Se há traços culturais marcantes em Mato Grosso, sem dúvida muitos passam por aqui. Estimular e fomentar a arte é garantir a identidade do nosso povo”, sugeriu.
Fundada por Heleninha Botelho, com o intuito de abrir caminhos e garantir espaço para que profissionais pudessem viver de sua arte de forma digna, a N’Arts foi a primeira galeria de Mato Grosso. Presidida pela curadora Adriana Botelho de Campos Coelho, filha de Heleninha, após fechamento em detrimento à pandemia da Covid 19, há dois meses foi reaberta em novo endereço: Rua Surubaia, 84, bairro Shangrilá, em Cuiabá, com atendimento agendado pelo número (65) 98117-5746.
Adriana Botelho disse que a exposição reúne obras de importantes artistas plásticos mato-grossenses, com peças que variam entre R$ 500 e R$ 20 mil, todas disponíveis para compra, com parcelamento facilitado e descontos para pagamentos à vista.
Ela agradeceu o apoio da ALMT. “O deputado Wilson Santos é um grande parceiro. Por isso, a exposição na ALMT é um recomeço simbólico e importante para nós ao proporcionar que os visitantes possam prestigiar os artistas mato-grossenses. Ficamos 35 anos na Rua Cândido Mariano, em Cuiabá, e estamos retornando em novo endereço, na nossa casa, basta agendar o horário para conhecer as belíssimas obras de arte ou nos visitar aqui no Salão Negro”, agradeceu.
A deputada Sheila Klener (PSDB) prestigiou a exposição, reforçou a importância da agenda cultural e adquiriu duas telas do artista Benedito Silva, intituladas Garimpeiro Solo e Os Garimpeiros.
“É um privilégio começar a semana com cultura. Temos grandes artistas em Mato Grosso e é fundamental valorizá-los. A arte transforma e educa”, disse a parlamentar.
Dentre os artistas plásticos que assinam as obras estão: João Sebastião (in memorian), tela Dragão x Onça; Valques Pimenta, a tela Santo Antônio; Humberto Espíndola, tela Boiada Floral.
O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).
O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.
Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.
A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.
Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.
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