DO AMOR À ESTRATÉGIA

Casal cria método que faz empresas venderem mais no digital

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Alguns anos atrás, Vanessa Magalhães tinha um sonho: viver do seu próprio negócio e, ao mesmo tempo, ter liberdade para estar presente na vida de suas filhas. Não foi fácil. Entre desafios financeiros, jornadas exaustivas e a pressão de empreender em um mercado competitivo, ela precisou aprender rápido — e, mais que isso, criar uma estratégia que realmente funcionasse para vender no digital.

Foi assim que, ao lado de seu esposo e sócio Eliseu Lima, nasceu o Método SM: um processo próprio, desenvolvido dentro da SM Digital, agência que fundaram juntos e que hoje é referência em marketing de performance em Mato Grosso. O método combina estratégias de marketing, neuromarketing e posicionamento estratégico, criando conteúdos que quebram objeções, despertam desejo e geram conexão real — e que, no fim, transformam seguidores em clientes e clientes em promotores da marca.

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“Eu vi muitas empresas postando muito e vendendo pouco. Entendi que o problema não era a quantidade, mas a intenção e a estrutura por trás de cada conteúdo. O Método SM nasceu para mudar isso”, conta Vanessa.

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Com 15 anos de experiência em vendas, certificações internacionais pelo Dale Carnegie Training e resultados concretos em empresas de diferentes segmentos, Vanessa já ajudou marcas a alcançarem faturamentos expressivos e a se posicionarem como autoridades em seus mercados.

No próximo dia 6 de setembro, ela sobe ao palco do MOVA Summit 2025 para compartilhar o passo a passo do Método SM, mostrando como qualquer negócio — seja pequeno, médio ou grande — pode transformar suas redes sociais em uma máquina de vendas.

Para Vanessa, o digital é mais que números: é sobre conexão, propósito e estratégia aplicada. E é isso que ela levará aos empresários, líderes e vendedores presentes no evento, alinhado aos quatro pilares do MOVA — Método, Organização, Visibilidade e Ação.

“Meu objetivo é que cada pessoa saia da minha palestra com clareza e ferramentas para aplicar no dia seguinte. Não é sobre prometer resultados; é sobre mostrar o caminho para conquistá-los.”

Serviço:
Evento: MOVA Summit 2025 – Método, Organização, Visibilidade e Ação
Data: 06 de setembro de 2025
Local: UNIPARY – Várzea Grande/MT
Horário: 14h às 19h
Ingressos: https://movasummit.com.br/

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GERAL

Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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