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Prefeitura irá solicitar municipalização das MTs da Região do…

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Outro representante dos fazendeiros, o ex-vice-prefeito Luiz Carlos Nardi, também destacou que os produtores identificaram a necessidade de reparos no serviço executado. “Vamos acionar a empreiteira para que refaça este trabalho”, destacou, complementando que a Associação tem todas as condições para garantir as vias sempre em boas condições.

O prefeito Ari Lafin recebeu os produtores rurais junto ao vice, Gerson Bicego; aos secretários Estevam Calvo (Administração), Hilton Polesello (Governo), Marcelo Lincoln (Agricultura e Meio Ambiente), Sérgio Kocová (Fazenda); ao procurador jurídico Daniel Melo e ao economista Ednilson Oliveira. O gestor municipal destacou que sim, o Município vai solicitar imediatamente a municipalização das vias, e, posteriormente, passar para que os agricultores, juntos, possam fazer a gestão dos trechos.

Além do pedido para que o Estado municipalize as MTs 443 e 487, ao mesmo tempo a Administração Municipal já caminha para a formalização de um grupo de trabalho para organizar todo o processo necessário à concessão dos trechos para a Associação. A equipe será chefiada pelo presidente da Comissão Pró-Logística, o secretário de Governo Hilton Polesello, e composta por representantes dos agricultores e da Administração Municipal.

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“É esta a melhor opção para garantir estrada boa o ano todo, e temos em Sorriso um diferencial fantástico que é a participação de nossa classe produtora nas decisões da Administração”, comentou Ari, lembrando da capacidade de organização e gestão dos agricultores. “Certamente será mais um case de sucesso de nossos produtores, que fizeram este Município e seguem contribuindo sobremaneira para o desenvolvimento de Sorriso”, acrescentou.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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