POLÍTICA NACIONAL

Magno Malta diz que houve omissão do governo no caso de Juliana Marins

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O senador Magno Malta (PL-ES), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (24), criticou a atuação do governo federal diante do caso da brasileira Juliana Marins, encontrada morta quatro dias depois de cair de uma trilha na encosta do Monte Rinjani, na Indonésia, no último sábado (21). 

Para o senador, houve omissão das autoridades brasileiras quanto ao resgate da turista. Segundo ele, o Itamaraty não agiu com a mesma eficiência demonstrada em outros casos. O senador comparou a situação ao apoio prestado pelo governo brasileiro à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, que está asilada no Brasil desde abril.

— Dois pesos, duas medidas. O Brasil abandona os seus e abraça criminosos. A ex-primeira-dama do Peru, condenada na [Operação] Lava Jato, foram buscar com o avião da FAB porque ela é um arquivo vivo. Justifiquem para mim por que o Itamaraty não se movimentou para socorrer essa jovem que comoveu o Brasil, por quem o mundo inteiro apelou — questionou ele.

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O senador também condenou a postura diplomática do Brasil em relação ao Irã, que está em conflito com Israel. Segundo ele, o governo mantém proximidade com um regime que desrespeita os direitos humanos, oprime mulheres e homossexuais. 

— O Irã é uma ditadura sanguinária, que não respeita mulheres, que mata homossexuais. E o grupo LGBTQIA+ do Brasil faz passeata louvando o Irã, contra Israel. Vá viver, então, no Irã, que eu quero ver o que vai lhe acontecer — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

CAS aprova equiparação de carreiras de agentes de saúde

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (20) um projeto de lei que equipara agentes de vigilância sanitária, agentes indígenas de saúde e agentes indígenas de saneamento aos agentes comunitários de saúde (ACS). O PL 1.126/2021, do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), recebeu relatório favorável do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e segue para o Plenário. 

O projeto altera a Lei 11.350, de 2006, que regulamenta as atividades dos ACS. A proposição garante aos agentes de vigilância e aos agentes indígenas os mesmos direitos e prerrogativas legais assegurados aos agentes comunitários. 

Para o relator, a inclusão dos novos agentes no Sistema Único de Saúde (SUS) “contribui para conferir maior reconhecimento institucional a profissionais que exercem atividades fundamentais de prevenção, monitoramento e orientação sanitária junto às comunidades e aos estabelecimentos sujeitos à fiscalização.”

O texto prevê a contratação de agentes indígenas de saneamento por processo seletivo público e inclui a participação das comunidades indígenas onde os profissionais atuarão.

Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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