Mato Grosso

Governo de MT entrega mais uma escola em Rondonópolis e amplia investimentos na infraestrutura escolar do município

Publicado em

Com a entrega da reforma e ampliação da Escola Estadual José Rodrigues dos Santos, no Distrito de Boa Vista, nesta sexta-feira (09.05), às 16h, o Governo de Mato Grosso terá investido, de 2019 a maio de 2025, R$134,4 milhões na infraestrutura escolar do município de Rondonópolis. Só com esta nova obra, que será inaugurada pelo governador Mauro Mendes e pelo secretário de Educação, Alan Porto, foram investidos R$ 5.485.677,21.

O governador salienta que, apenas em Rondonópolis, já construiu e entregou a EE Militar Tiradentes Ernestinho Veríssimo da Silva e praticamente reconstruiu as escolas Marechal Dutra, Emanuel Pinheiro e a José Rodrigues dos Santos, que será entregue com 06 salas de aula, salas de apoio e administrativas, biblioteca, refeitório completo com cozinha e reforma da quadra poliesportiva. Houve, ainda, a construção de uma quadra poliesportiva da EE Antonio Guimarães Balbino, com recurso de R$ 1.016.183,27.

Além destas escolas já entregues, há oito unidades com obras em andamento: Domingos Aparecido, Elizabeth Freitas, que são da rede estadual, e Antonio Guimarães, Don Wunibaldi, Odorico Leocádio e Renilda Silva, ambas da rede municipal. Esta última escola aguarda ordem de serviço para começar as obras.

Mauro Mendes também destaca duas obras de novas escolas que farão muita diferença já no próximo ano letivo. São elas, a unidade estadual que está sendo construída no Residencial Mathias Neves e a escola municipal Carlos Pereira, que ficam em regiões com vulnerabilidade social. Juntas, as duas escolas recebem investimento do Estado da ordem de R$19,8 milhões.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros capacita professores municipais para atuação em primeiros socorros nas escolas

Segundo ele, além do mais, há grandes expectativas em relação às licitações de três unidades no padrão Colégio Estadual Integrado (CEI) que substituirão os prédios das escolas estaduais Lucas Pacheco de Camargo e Adolfo Augusto de Moraes, além de uma unidade CEI no bairro Alfredo de Castro. “Nesses três CEIs o governo está investindo R$61,4 milhões. Os dois primeiros já estão em processo de licitação”.

“Os investimentos que o Governo tem feito na educação pública de Rondonópolis fazem a diferença para toda a comunidade escolar. Agradeço aos estudantes, professores e demais trabalhadores da educação que tiveram que se adaptar em outros espaços para que as reformas das escolas ocorressem. São intervenções que vão proporcionar um melhor ambiente de aprendizado e as condições para desenvolver com excelência o ensino”, completou Mauro Mendes.

O secretário Alan Porto reforça que a educação é uma das prioridades do governador e que todas as diretrizes para que a rede estadual esteja entre as cinco redes mais bem avaliadas no país até 2026 estão definidas no Plano EducAção 10 Anos, entre elas, a Política Pública de Infraestrutura Escolar.

Leia Também:  Operação Lei Seca termina com quatro condutores presos e 18 veículos removidos na Estrada de Chapada

“A educação é fator chave para o Estado alcançar seus objetivos e, por isso, o EducAção 10 Anos reúne 30 políticas educacionais e mais de 130 ações. Escolas que tenham estrutura adequada e moderna vão contribuir muito mais para o aprendizado dos alunos, além de oferecer um bom local de trabalhos aos profissionais”, afirmou

Investimentos na infraestrutura

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), de 2019 a maio de 2025, com investimento de R$1.247.826.258,45, foram entregues a municípios de todas as regiões 37 escolas novas, outras 49 unidades também novas estão em obras pelo Estado e há 9 escolas conveniadas com as licitações em andamento.

Nesse período, a Seduc ainda entregou 84 escolas reformadas, outras 96 estão em obras e 9 escolas conveniadas aguardam licitação para início das obras de reforma. A comunidade escolar também recebeu 43 novas quadras poliesportivas e outras 17 estão em obras.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

Published

on

A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

Leia Também:  Nova linha de ônibus vai interligar Paranatinga e Canarana

Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Leia Também:  Seciteci reúne instituições para debater inovação, fomento e políticas públicas na Amazônia Legal

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA