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Força-tarefa da Lei Seca autua 58 veículos e realiza 161 testes de alcoolemia

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Na noite de 31 de janeiro, a Operação Lei Seca realizou mais uma ação de fiscalização na Av. Couto Magalhães, no Centro Norte de Várzea Grande. Com início às 23h45, a operação contou com a participação de diversos órgãos de segurança e fiscalização, reforçando o combate à embriaguez ao volante e outras infrações de trânsito.

Resultados da Operação

Durante a blitz, foram aplicadas 96 autuações por diversas infrações, incluindo:

Dirigir sob efeito de álcool (Art. 165 do CTB): 19 casos
Recusa ao teste do bafômetro (Art. 165-A): 17 casos
Conduzir veículo sem CNH (Art. 162, I): 15 casos
Veículo sem registro ou não licenciado (Art. 230, V): 24 casos
Outras infrações: 21 casos

No total, 58 veículos foram autuados, e 44 removidos, sendo 34 carros e 10 motos.

Prisões e Testes de Alcoolemia

A operação resultou em 9 prisões relacionadas a infrações graves:

Embriaguez ao volante (Art. 306 do CTB): 4 detenções

Embriaguez com agravante de perigo (Art. 306 + Art. 298, III): 4 detenções
Permitir condução por pessoa não habilitada (Art. 310): 1 detenção

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Além disso, foram realizados 161 testes de alcoolemia, reforçando a importância da fiscalização para evitar acidentes e preservar vidas.

Ação Integrada de Segurança

A operação contou com a participação de diferentes órgãos, incluindo:

GGI/SESP
BPMTRAN
DELETRAN
DETRAN
GMVGSOCIOEDUCATIVO
CORPO DE BOMBEIROS
POLÍCIA PENAL
POLITEC

O saldo da ação reforça o compromisso das autoridades na fiscalização do trânsito e na segurança viária, garantindo que condutores infratores sejam responsabilizados e retirados das ruas antes que coloquem vidas em risco.

 

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Polícia

Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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