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Na corrida contra o tempo o IBGE está coletando dados do Cens…

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Sorriso foi dividido em 169 setores. Conforme mapa do IBGE, até nesta segunda-feira (7 de novembro), apenas 24,9% da contagem foi concluía, 21,9 está em andamento e 53,3 % do total não foi iniciado. Vale lembrar que a contagem se encerra em meados de dezembro.

Confira a relação dos setores que serão visitados nesta semana:

Benjamim Raiser             Boa Esperança

Centro                               Centro Sul

Fraternidade                    Jardim Alvorada

Jardim Amazonas          Jardim Aurora

Jardim Califórnia           Jardim das Acácias

Jardim das Américas   Jardim Itália

Mario Raiter                    Monte Líbano

Novos Campos              Parque Universitário

Primavera                       Rota do Sol

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Santa Clara                     Santa Maria

São Mateus                    Vila Romana

Village

QUESTIONÁRIO

O Censo apresenta dois tipos de questionário: o básico e o da amostra. No primeiro, são feitas 26 perguntas sobre as características do domicílio e dos moradores. No outro, são 77 questões, que buscam mais detalhes sobre o domicílio, identificação étnico-racial, núcleo familiar, deficiência, fecundidade, religião ou culto, mortalidade, autismo, entre outras perguntas.

Todas as informações coletadas são sigilosas. Os dados não são cruzados com nenhum órgão como a Receita Federal, por exemplo. Também não é necessário apresentar documento para a realização da pesquisa, porém, o IBGE vai pedir, ao final da entrevista, o CPF do morador e o e-mail, sem caráter obrigatório.

SEGURANÇA

Para que a população participe do questionário e se sinta segura com o acesso dos recenseadores, o IBGE também produziu um uniforme diferenciado. Os agentes possuem um colete azul marinho. Na frente, há um bolso transparente com os dados do funcionário e um QR Code, que poderá ser utilizado para confirmar a identidade e a função.

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Caso ainda permaneça a dúvida sobre se a pessoa que está tentando recensear seu domicílio é de fato contratada pelo IBGE basta acessar a página da instituição ou ligar no telefone 0800 721 8181 e verificar os dados do recenseador, utilizando a sua matrícula, RG e/ou CPF, que se encontra no crachá preso ao colete do IBGE.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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