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Outubro Rosa: caminhada alerta para importância da prevenção ao câncer de mama

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Servidoras e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso se reuniram na manhã desta sexta-feira (21 de outubro), no Parque das Águas, em Cuiabá, para a caminhada em atenção à campanha “Outubro além do Rosa – cuide-se o ano todo”, realizada pela equipe de saúde do ambulatório médico do Tribunal de Justiça. A iniciativa visa a conscientização e prevenção ao câncer de mama.
 
Os profissionais de saúde que integram o programa Bem Viver, do TJMT, estavam presentes e realizaram exercícios dinâmicos para interação e de alongamento antes da caminhada.
 
Responsável pela campanha, a coordenadora do Ambulatório Médico do TJ, Alessandra Medina destaca a importância da atividade física como fator que auxilia na prevenção de doenças. “Quando há a prática de atividade física, alimentação saudável, com uma boa base nutricional, contribui para a prevenção do câncer.”
 
Ela explica que essa é uma iniciativa para chamar atenção para a prevenção. “A conscientização com a caminhada tem objetivo de estimular a prática da atividade física, a nutrição saudável. Esse ano realizamos várias ações ao longo deste mês, como as rodas de conversa com profissionais de saúde nos fóruns de Cuiabá e Várzea Grande, ainda está acontecendo a campanha para arrecadar lenços e cabelos que serão doados ao ITC. Cada ano buscamos melhorar mais e promover essas atividades”, explica.
 
A enfermeira do Programa Bem Viver, Glenda Regina Balbinotti fez questão de estar presente e participar da iniciativa. Há três anos ela foi diagnosticada com câncer de mama, ainda em estágio inicial. Fez todo o tratamento e hoje está ‘zerada’, ou seja, livre da doença. Ela conta que sempre fez exames de rotina, principalmente porque tem casos na família.
 
“Sempre ficamos muito alertas com os casos na família então sempre dei muita atenção a isso. Antes de descobrir [o câncer] eu tinha feito exame há sete meses, não tinha nada. Descobri o nódulo fazendo o autoexame, fui em busca de um médico onde tive o diagnóstivo e rapidamente comecei o tratamento”, relata.
 
Glenda, aos 39 anos, reforça a importância de fazer exames periódicos e também praticar exercícios. “O tratamento não é fácil, mas é possível [se curar]. Estou engajada na causa que a gente tem que se cuidar e não podemos temer, temos que enfrentar o tratamento. A atividade física está inclusa na prevenção. A minha oncologista cobra muito sobre isso, além dos exames. Então um evento como hoje, essa caminhada a gente tenta exemplificar que a atividade física, para o câncer de mama e para todas as patologias, é necessária e importante”, afirma.
 
Quem também marcou presença na caminhada foi o desembargador do Tribunal de Justiça Rondon Bassil Dower Filho. Para ele esta foi uma oportunidade de apoiar a causa.
 
“A iniciativa é louvável. O Tribunal de Justiça, enquanto instituição importante na sociedade, tem que dar o exemplo passando para os seus o cuidado com a saúde. O câncer de mama é menos incidente no homem, mas existem casos. E o homem convive com a mulher, que é mãe, que é companheira. Então é importante o marido acompanhar, incentivar e procurar cada vez mais desenvolver uma consciência de bem-estar para uma vida longa, uma vida produtiva. E é isso que o Tribunal de Justiça busca através do programa Bem Viver com os seus funcionários”, ressaltou.
 
O servidor do Fórum de Cuiabá, Murilo Cesar de Araújo Vieira, chefe de secretaria da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher disse que passou a se preocupar mais com a saúde e atividade física após ter contraído Covid-19 na pandemia. Ele abraçou a ação e também participou da caminhada.
 
“É uma iniciativa muito generosa do Tribunal, que sempre está apoiando a causa [do câncer de mama]. Sempre tem essas mobilizações e nesse caso é de primordial importância que a mulher se cuide, que faça o autoexame, que ela tenha consciência de que aos primeiros sinais já pode evitar um acometimento de um câncer. Por isso essas iniciativas do Tribunal são muito importantes”, reitera.
 
Após a caminhada os participantes puderam receber massagem com as fisioterapeutas do programa Bem Viver e finalizar com mais alongamento.
 
#Paratodosverem
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Descrição de imagem: Foto 1 – Servidoras e servidores reunidos caminhando na pista no parque. Foto 2 – Enfermeira Glenda posa para foto. Ela usa a camiseta da campanha e uma viseira rosa. Ao fundo aparece o parque, com a pista de caminhada. Foto 3 – Colorida e horizontal com os participantes reunidos posando para foto. Eles usam camiseta branca escrito em cor de rosa: Outubro Rosa – todas na luta contra o câncer de mama e seguram balões rosas. No fundo da imagem aparece um lago e alguns prédios. Foto 4 – Servidores fazem alongamento tendo o lago do parque ao fundo.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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JURI REMARCADO: Justiça aponta risco de fuga e mantém presos réus pela morte de Zampieri

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A Justiça de Mato Grosso decidiu manter a prisão preventiva de três réus acusados de participação na morte do advogado Roberto Zampieri, executado a tiros em dezembro de 2023, em Cuiabá. A decisão foi proferida nesta terça-feira (18) pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, da 11ª Vara Criminal de Cuiabá, especializada em Justiça Militar.

Permanecem presos Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Os três respondem a acusações relacionadas à execução do advogado e já foram submetidos ao Tribunal do Júri, cujo julgamento precisou ser interrompido e acabou remarcado para 29 de setembro, às 9h.

Ao analisar o pedido de revisão das prisões, o magistrado concluiu que não surgiu nenhum fato novo capaz de alterar os fundamentos que justificaram a prisão preventiva. Entre os argumentos considerados está o risco de fuga apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso.

Segundo a denúncia, os acusados seriam de Minas Gerais e teriam se deslocado até Cuiabá para participar da execução de Zampieri. Para o Ministério Público, a liberdade dos réus poderia dificultar a aplicação da lei penal.

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“Não verifico qualquer circunstância fática superveniente capaz de modificar as razões que ensejaram as prisões preventivas dos acusados”, afirmou o juiz na decisão.

O magistrado, por outro lado, autorizou a defesa de Hedilerson a ter acesso ao HD que reúne dados de extrações telemáticas de outras mídias apreendidas durante a investigação. O acesso foi marcado para sexta-feira (21), às 14h.

A decisão também determinou que as unidades prisionais onde os acusados estão custodiados permaneçam à disposição da Justiça para a realização da nova sessão do Tribunal do Júri.

Função de cada acusado

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Antônio Gomes da Silva é apontado como o responsável pelos disparos que mataram Zampieri. Conforme a investigação, ele teria confessado a execução e sido contratado para cometer o homicídio.

Hedilerson Fialho Martins Barbosa, integrante do Exército e instrutor de tiro, é acusado de atuar como intermediário. A denúncia sustenta que ele teria feito a ligação entre o executor e os responsáveis pela contratação, além de fornecer a arma utilizada no crime.

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Já o coronel da reserva do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado pelo Ministério Público como responsável pela articulação e pelo financiamento da execução.

Outros seis denunciados também são investigados por suposto envolvimento no assassinato, entre eles Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes. Eles ainda não foram submetidos ao Tribunal do Júri.

Crime teria relação com disputa por fazenda

Segundo a acusação, a morte de Zampieri estaria relacionada a uma disputa judicial envolvendo a Fazenda Lagoa Azul, em Ribeirão Cascalheira, avaliada em aproximadamente R$ 100 milhões.

O advogado atuava no processo representando a parte contrária aos interesses do produtor rural Aníbal Manoel Laurindo, que havia perdido a posse provisória da propriedade.

A investigação aponta que a contratação da execução teria envolvido R$ 124.250 pagos antes do assassinato e outros R$ 60 mil após a morte do advogado.

Como os fatos ainda estão submetidos ao julgamento judicial, as acusações contra os réus não equivalem a condenação definitiva.

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