Tribunal de Justiça de MT

Laboratório de Inovação continua recebendo sugestões do público interno

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Faltam menos de dois meses para encerrar o ano e você ainda pode contribuir para melhoria da rotina de trabalho do judiciário. Se tiver alguma sugestão para simplificar o fluxo de processos ou tornar a entrega da prestação jurisdicional mais célere, divida essa solução com o Laboratório de Inovação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (InovaJus-TJMT).
 
Para isso, basta enviar, por escrito, a sua ideia ou sugestão ligada à inovação no judiciário, preenchendo o formulário que irá se abrir ao clicar no link https://clickjudapp.tjmt.jus.br/inovacao.
 
Com o mote “Vamos juntos pensar em novas soluções para o Judiciário”, a campanha de cultura da inovação do TJMT incentiva que magistrados, magistradas, servidores, servidoras, colaboradores, colaboradoras, estagiários e estagiarias apresentem ideias inovadoras para aperfeiçoar fluxo de trabalho dos setores do Poder Judiciário e com isso melhora a entrega da prestação da justiça para a população.
 
A campanha é realizada pelo do InovaJusMT, que tem como coordenadora a juíza Viviane Brito Rebello, em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do TJMT e segue recebendo as propostas para serem testadas, e caso atenda alguma necessidade de melhoria no Poder Judiciário de Mato Grosso será transformada em projeto e implantado nas unidades.
 
“É importante salientar que a inovação não está, necessariamente, vinculada ao uso de tecnologia de ponta. É possível inovar com um novo olhar, um novo jeito de fazer o nosso trabalho, que pode nos levar a resultados diferentes e melhores. Neste sentido, toda contribuição é válida e, às vezes, uma ideia aparentemente simples pode ser o início de uma grande mudança”, avalia a magistrada.
 
Confira o Portal InovaJusMT
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da Imagem: Colorida. Ao centro um notebook aberto na tela inicial do Portal InovaJusMT. Na parte superior o texto: Vamos transformar e inovar juntos. Acompanha o endereço eletrônico do site: inovacao.tjmt.jus.br. Assina a peça o logo do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso e o logo do InovaJus MT – Laboratório de Inovação.
 
 
 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Perri diz que ‘vale-peru’ foi dado para compensar ‘esforço desumano’ de servidores

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, defendeu enfaticamente o pagamento do “vale-peru” de R$ 8 mil concedido em dezembro a todos os servidores da Corte estadual. Perri destacou que o TJ foi reconhecido com o “Selo Ouro”, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais que se destacam em governança e transparência.

 

“O Tribunal de Mato Grosso foi, mais uma vez, selo ouro. A intenção (do auxílio-alimentação) foi bonificar, gratificar, premiar o esforço desumano dos servidores na obtenção do selo, na produtividade que eles alcançaram”, afirmou o desembargador na última sexta-feira, 7, a sites noticiosos de Cuiabá. Ao Estadão, Perri confirmou o teor de suas declarações.

 

O “vale-peru” foi concedido em dezembro pela então presidente do TJ, desembargadora Clarice Claudino Silva. Ela liberou R$ 8 mil a todos os funcionários administrativos e R$ 10 mil aos juízes. A medida provocou forte reação e críticas, inclusive do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, que mandou servidores e juízes de Mato Grosso devolverem o penduricalho.

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Os juízes, segundo Orlando Perri, já atenderam a determinação do ministro. Os servidores, por sua vez, se insurgiram e decidiram ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do sindicato da categoria, para não terem que devolver o dinheiro. Eles alegam que agiram de “boa-fé”.

 

Orlando Perri é um dos desembargadores mais experientes e respeitados de Mato Grosso. Ele ingressou na magistratura em 1983. Perri já presidiu o tribunal entre 2013 e 2014. Também exerceu as funções de corregedor-geral e vice-presidente. Entre 1999 e 2000 presidiu o Tribunal Regional Eleitoral no Estado.

 

O desembargador avalia que Clarice “não agiu de má fé”. Para ele, a desembargadora apenas adotou o mesmo expediente de outros tribunais. “Querem sacrificar apenas o tribunal de Mato Grosso? Outros tribunais também deram o bônus.”

 

Perri disse que a colega de toga agiu “na maior boa fé, tomando como exemplo outros tribunais que bonificaram seus servidores por sua produtividade”.

 

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