Tribunal de Justiça de MT

Itens eletroeletrônicos em desuso podem ser descartados no Tribunal de Justiça

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Computadores velhos, carregadores estragados, teclados ou mouses que não funcionam mais, controles remotos e até ventilador estragado podem ser descartados no Ecoponto do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O descarte pode ser feito pelas pessoas que trabalham no Poder Judiciário e também pelo publico externo.
 
Os objetos são recolhidos e separados adequadamente, por meio de uma parceria firmada entre o Núcleo Socioambiental do Poder Judiciário e a empresa Eco Descarte.
 
“Nós trazemos esse material para o galpão, trabalha em cima dele no sentido de triar tudo aquilo que ainda é possível de reutilizar, pesa esse material e depois fazemos o desmanche, separamos tudo conforme o tipo para deixar esse material limpo para podermos dar o destino correto e fazer a comercialização possível desse material”, explica o diretor da Eco Descarte, Thiago Pegorini.
 
Toda a renda gerada com a comercialização dos materiais recicláveis advindos dos itens eletroeletrônicos é repassada ao Hospital de Câncer de Mato Grosso.
 
“Além de estarmos fazendo o descarte adequadamente correto, contribuindo para o meio ambiente, também temos a possibilidade de contribuir com uma instituição de saúde”, destaca a servidora Cleyde Galavão, integrante do Núcleo Socioambiental do TJMT.
 
Confira abaixo dicas para ajudar o meio ambiente.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: fotografia horizontal colorida das latas de descarte do Ecoponto do Tribunal de Justiça. Há várias placas indicativas com o tipo de material e onde deve ser descartado, separadamente.
Segunda imagem: arte digital gráfica com desenho de um adulto segurando um saco de lixo com o símbolo da reciclagem e três crianças descartando o lixo reciclável. Acompanha a arte o texto: “Quer saber como você pode ajudar o meio ambiente e o Hospital de Câncer? Dirija-se ao Ecoponto; No Tribunal, está localizado próximo da entrada do estacionamento dos desembargadores; deposite os aparelhos eletrônicos que seriam jogados fora ou inutilizados no compartimento indicado; Pronto, já fez sua parte em prol do próximo e do meio ambiente. Parabéns!”.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Tribunal de Justiça de MT

Médica é condenada a 3 anos por atropelar e matar verdureiro em Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso condenou a médica Letícia Bortolini a três anos e dois meses de prisão, em regime inicial aberto, pelo atropelamento que matou o verdureiro Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, em abril de 2018, na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.

A sentença foi proferida pelo juiz Moacir Rogério Tortato, da 10ª Vara Criminal da Capital, que concluiu que a médica dirigia sob efeito de álcool, em velocidade de 101 km/h, e deixou o local sem prestar socorro à vítima. Além da pena privativa de liberdade, ela teve a Carteira Nacional de Habilitação suspensa por quatro meses e 20 dias.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Letícia retornava de uma festa open bar acompanhada do marido quando atingiu Francisco, que atravessava a avenida. Com o impacto, o verdureiro foi arremessado por vários metros, atingindo um poste de concreto e uma árvore às margens da via.

Na decisão, o magistrado destacou que boletim de ocorrência, laudos periciais, imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e o interrogatório da própria ré demonstram que ela conduzia o veículo com a capacidade psicomotora alterada pelo consumo de álcool e em velocidade acima da permitida.

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A defesa sustentou que a vítima atravessava a avenida fora da faixa de pedestres e que isso teria sido a causa do acidente. O argumento, no entanto, foi rejeitado pelo juiz. Conforme a sentença, as imagens mostram que Francisco já deixava a pista de rolamento e não realizou qualquer movimento repentino que pudesse justificar o atropelamento.

O magistrado também ressaltou que Letícia tinha condições de perceber o acidente e deveria ter permanecido no local para prestar socorro e acionar os serviços de emergência, o que não ocorreu.

Apesar da condenação, a Justiça autorizou que Ministério Público e defesa retomem negociações para um eventual Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), desde que o pedido seja apresentado antes do trânsito em julgado da sentença.

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