Tribunal de Justiça de MT

Fórum de Campo Novo do Parecis está sem telefone fixo

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O Fórum da Comarca de Campo Novo do Parecis está sem telefone fixo nesta quinta-feira (3) e o atendimento presencial segue normalmente. De acordo como a gestora da unidade, Valdenice Silva, continuam funcionando os números para envio de mensagens de texto, além do atendimento virtual por meio dos Canais Permanentes de Acesso.
 
As linhas de telefone fixo estão sem funcionar desde que, em razão das fortes chuvas com raios, a placa de um aparelho foi queimada. A previsão de conserto ainda não foi comunicada pela empresa.
 
Quem precisar buscar atendimento ainda pode acionar o Balcão Virtual. Alguns telefones disponíveis são: Diretoria do Fórum/Central de Administração/Central de Mandados / Distribuidor 65-99997-9199; Secretaria e Gabinete da 1ª Vara 65-99991-1019; Secretaria e Gabinete da 2ª Vara 65-99270-5265 – Atendimento Somente Por WhatApp. Juizado Especial 65-99228-8465 – Atendimento Somente Por WhatsApp. Cejusc65-99948-6233 – Atendimento Somente Por WhatsApp.
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Júri de Bezerra: investigadora revela que vítima acreditava ter celular rastreado pelo ex

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O júri popular de Carlos Alberto Gomes Bezerra Filho, acusado de matar a ex-companheira, Thays Machado, e o namorado dela, Willian Moreno, foi marcado por novos depoimentos sobre o comportamento do réu antes do crime. Durante a sessão realizada no Fórum de Cuiabá, testemunhas afirmaram que Thays acreditava estar sendo monitorada e relataram episódios de perseguição e violência.

O delegado Marcelo Oliveira, responsável pela investigação do caso, afirmou que o relacionamento entre o réu e a vítima era marcado por comportamento obsessivo. Segundo o policial, testemunhas ouvidas durante o inquérito relataram crises de ciúmes, ameaças e tentativas de controlar os passos de Thays.

De acordo com o delegado, o histórico de violência incluía diversas ligações insistentes, perseguições e até uma tentativa de atropelamento. Ele também citou danos causados à residência da vítima, apontados durante a investigação.

Outra testemunha ouvida no julgamento, a investigadora da Polícia Civil Luciene Benedita Taques de Abreu, contou que atendeu Thays pouco antes do duplo homicídio. Segundo ela, a vítima chegou à delegacia bastante assustada após ser perseguida pelo ex-companheiro.

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“Ela imaginava que o celular estava com rastreador, porque, segundo a vítima, se não houvesse esse rastreador, não teria como ele saber onde ela estava”, relatou a policial em juízo.

Ainda conforme o depoimento, a investigadora chegou a sacar a arma ao perceber que dois veículos se aproximavam da unidade policial. O carro conduzido por Carlos Bezerra deixou o local antes da abordagem.

Durante o julgamento, a defesa voltou a pedir que o réu recebesse tratamento de saúde fora da prisão, alegando que ele estaria com sarna. O pedido foi negado pela juíza responsável pelo caso, que entendeu que a enfermidade pode ser tratada no sistema prisional.

A defesa também solicitou novo adiamento do júri sob o argumento de que não teve tempo suficiente para analisar o processo após assumir o caso. O pedido foi rejeitado. A magistrada destacou que o crime ocorreu há mais de três anos e observou que a defesa já havia apresentado diversos recursos ao longo da tramitação do processo.

Carlos Bezerra Filho é julgado pelo assassinato de Thays Machado e Willian Moreno, mortos a tiros em janeiro de 2023, em frente a um edifício comercial no bairro Consil, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que o crime teve motivação passional e foi praticado de forma premeditada. A defesa busca a desclassificação das acusações ou eventual redução da responsabilização penal do réu.

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