POLÍTICA NACIONAL

Moro defende emenda à PEC da inclusão para garantir ensino especializado a PcD

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O senador Sergio Moro (União-PR) subiu à tribuna do Plenário, nesta terça-feira (27), para defender a sua emenda à PEC 52/2023, que inclui como princípio do ensino a garantia de educação inclusiva em todos os níveis. A sugestão do senador trata do direito à inclusão educacional de pessoas com deficiência (PcD). O parlamentar destacou a importância de garantir o direito de escolha das famílias e permitir que o atendimento educacional possa ocorrer também em instituições especializadas, quando a rede regular de ensino não oferecer estrutura adequada.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), foi retirada temporariamente da pauta do Plenário a pedido da autora, após passar por três sessões de discussão em primeiro turno.

Durante o pronunciamento, Moro argumentou que o texto da Constituição precisa ser ajustado para evitar interpretações restritivas que prejudiquem esse atendimento especializado. Segundo ele, a proposta não elimina a prioridade da rede regular, mas amplia as possibilidades de atendimento.

— Quem conhece a realidade das nossas escolas sabe que muitas vezes a rede regular não tem estrutura para atender adequadamente casos de deficiência intelectual grave — afirmou.

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O senador também criticou ações em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que questionam leis estaduais, como no Paraná, que permitem convênios com instituições especializadas.

— Isso gerou um grande sobressalto na comunidade do Paraná, principalmente na comunidade apaeana (das Apaes – Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais), no sentido de que a sua atividade poderia ser inviabilizada — alertou.

Moro concluiu dizendo que pretende retomar o debate em breve para garantir segurança jurídica às famílias.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Oficina Legislativa promove premiação para estudantes e professores do DF

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A Oficina Legislativa do Senado Federal iniciou, nessa quarta-feira (29), o cadastro de propostas legislativas para a premiação de estudantes e professores do Distrito Federal. A iniciativa vai reconhecer, na categoria aluno, os dois autores das ideias legislativas com maior número de apoios no portal e-Cidadania. Na categoria professor, serão premiados os dois docentes com maior número de alunos com ideias aprovadas e publicadas. 

Criada em 2020, a Oficina Legislativa busca aproximar estudantes do processo legislativo. A atividade estimula a identificação de problemas nas comunidades e a elaboração de propostas que podem se transformar em projetos de lei.  

Nesta edição piloto de 2026, somente as instituições públicas e privadas do Distrito Federal podem participar. Serão entregues quatro notebooks, doados pelo Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), sendo dois para estudantes e dois para professores. 

Como funciona 

Podem participar estudantes a partir de 12 anos e professores de instituições de ensino público e privado do Distrito Federal, incluindo educação básica, ensino técnico e superior, além de modalidades como Educação de Jovens e Adultos (EJA), ensino especial, do campo, indígena e quilombola.  

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Para concorrer, o professor deve cadastrar ao menos uma turma no sistema e gerar um código. Os alunos devem utilizar esse código ao enviar suas ideias legislativas pelo portal e-Cidadania, vinculando a proposta à turma. Os vencedores precisarão comprovar vínculo com a instituição de ensino por meio de ofício assinado via Gov.br. 

Cronograma

  • Cadastro de ideias: de 29 de abril a 5 de novembro de 2026. 
  • Contagem de apoios: de 29 de abril a 20 de novembro de 2026. 
  • Divulgação do resultado preliminar: até 4 de dezembro de 2026. 
  • Prazo para recursos: até três dias úteis após a divulgação do resultado preliminar. 
  • Resultado final: após a análise dos recursos. 

Mais informações estão disponíveis no regulamento da premiação. 

Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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