POLÍTICA NACIONAL

Girão comemora veto de Lula ao aumento do número de deputados

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento na noite de quarta-feira (16), comemorou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que aumentava o número de deputados federais na Câmara. O texto havia sido aprovado pelo Senado por apenas um voto de diferença e gerou críticas por prever aumento de gastos públicos. 

Girão afirmou que a medida representa economia estimada de R$ 1 bilhão por ano, ao evitar um efeito cascata nos estados. Ele também argumentou que as instalações atuais da Câmara dos Deputados não comportam fisicamente mais parlamentares. 

O senador defendeu que o governo aproveite a decisão para revisar outros gastos. Ele citou a necessidade de avançar com a reforma administrativa e reduzir despesas com viagens e estruturas do Executivo. Segundo Girão, o veto pode ser o início de um movimento mais amplo de responsabilidade fiscal.

— Muito se especulava que o presidente (Lula] iria lavar as mãos como Pôncio Pilatos, porque sancionar isso não tinha cabimento algum; mas não, ele fez o que é correto e acredito que, por dever, temos que celebrar. O Brasil tem que celebrar essa vitória com esse veto presidencial que, tenho convicção, vai ser mantido, porque o que tem de deputado e senador arrependido que votou nisso não é brincadeira — afirmou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Após rejeição de indicação ao STF, Messias diz que Senado é soberano

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Após ter sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitada pelos senadores na noite desta quarta-feira (29), o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o Senado é soberano e que a derrota faz parte do processo democrático.

— A vida é assim. Tem dias de vitória e dias de derrota, nós temos que aceitar. O Senado é soberano, o Plenário do Senado é soberano. (…) Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder — disse, após a votação.

Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ministro do STF, Messias havia sido sabatinado por mais de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde teve a indicação aprovada por 16 votos a 11. Em seguida, a indicação seguiu ao Plenário, onde foi rejeitada por 42 votos a 34.

Messias, que é servidor público, disse considerar que a rejeição da indicação é apenas mais uma etapa em sua vida e que veio após um processo de tentativa de “desconstrução” do seu nome por meses, desde o anúncio da indicação até a votação.

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— Não encaro isso como fim; é uma etapa do processo da minha vida — disse ele, que é servidor concursado da procuradoria da Fazenda Nacional desde 2007.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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