POLÍTICA NACIONAL

Ex-presidentes da CRE vão debater desafios no cenário internacional

Publicado em

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) vai promover, na próxima semana, um encontro com vários de seus ex-presidentes. A intenção é tratar dos desafios e perspectivas da comissão no cenário internacional. A reunião está marcada para quinta-feira (13), a partir das 10h.

O atual presidente da comissão, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), destacou que a iniciativa é inédita e disse que a reunião vai permitir um debate qualificado sobre as transformações que vêm ocorrendo no cenário global.

— Vai ser uma sessão muito rica, com a presença dessas pessoas que muito contribuíram para podermos estar, hoje, na situação em que estamos e têm muito a contribuir com a análise do quadro global pelo qual nós estamos passando — disse o senador em entrevista à Rádio Senado.

Cada ex-presidente falará entre 10 e 15 minutos. Foram convidados para a reunião os seguintes ex-presidentes da CRE:

  • José Sarney (AP), presidente de 1997 a 2000
  • Eduardo Suplicy (SP), presidente de 2003 a 2004
  • Cristovam Buarque (DF), presidente de 2005 a 2006
  • Heráclito Fortes (PI), presidente de 2007 a 2008
  • Eduardo Azeredo (MG), presidente de 2009 a 2010
  • Fernando Collor (AL), presidente de 2011 a 2012 e de 2017 a 2018
  • Ricardo Ferraço (ES), presidente de 2013 a 2014
  • Aloysio Nunes Ferreira (SP), presidente de 2015 a 2016
  • Kátia Abreu (TO), presidente de 2021 a 2022
Leia Também:  Confúcio critica desigualdade: 'CEP ainda define tamanho da cidadania'

Todos já confirmaram presença, exceto Aloysio Nunes Ferreira, que está fora do Brasil e participará por videoconferência. A CRE ainda tem mais um ex-presidente vivo, Irapuan Costa Júnior (GO), que a presidiu de 1991 a 1992.

Comissão

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional analisa projetos sobre atos e relações internacionais, comércio exterior, Forças Armadas, fronteiras, declaração de guerra e celebração de paz, entre outros. Além disso, é responsável por sabatinar e emitir parecer sobre os indicados para cargos de chefes de missões diplomáticas permanentes.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

“Estão desesperados”, diz Flávio após operação da PF contra bolsonaristas

Published

on

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu à operação da Polícia Federal que atingiu pessoas ligadas à produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL), e classificou a ação como uma “terceira facada” contra o grupo político do ex-presidente.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio acusou o governo do PT de utilizar a estrutura da Polícia Federal para atingir adversários políticos e questionou a proximidade temporal entre decisões recentes do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a deflagração da operação.

A Operação Make Up foi deflagrada nesta quinta-feira (10) pela Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), por determinação de Dino. Ao todo, foram expedidos 49 mandados de busca e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal.

Entre os alvos estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), que participou do roteiro e atua como produtor-executivo do filme, e a produtora Karina Gama.

Segundo a Polícia Federal, a investigação apura suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares que teriam sido destinados a organizações relacionadas ao projeto cinematográfico “Dark Horse”.

Leia Também:  Projeto confere à cidade de Aquiraz o título de Capital Nacional da Renda de Bilro

Flávio, porém, apresentou outra interpretação para a operação. Para o senador, a ação teria caráter político e estaria relacionada à disputa eleitoral de 2026.

“Ontem, uma decisão do ex-ministro da Justiça do Lula Flávio Dino deu uma canetada e recolocou o Andrei Rodrigues, do Lula, na Polícia Federal. Hoje, menos de 24 horas depois, a Polícia Federal do Lula deflagrou uma operação contra adversários políticos”, afirmou.

O candidato também citou uma suposta articulação envolvendo Dino, o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Flávio não apresentou, na declaração, elementos públicos que comprovassem a existência dessa articulação.

A reação ocorreu em meio à disputa presidencial e às pesquisas eleitorais que vêm sendo utilizadas pelos candidatos para medir força na corrida pelo Palácio do Planalto.

Flávio afirmou que seu desempenho teria avançado nas pesquisas e relacionou esse cenário à operação realizada pela PF.

“A gente passou o Lula nas pesquisas oficiais deles e eles estão desesperados. Entraram no modo sobrevivência”, declarou.

As acusações feitas pelo senador são interpretações políticas sobre a operação. A investigação da Polícia Federal, por sua vez, tem como objeto formal apurar possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos e pessoas relacionadas à produção do filme. Os fatos ainda são objeto de investigação e não representam, por si só, condenação ou comprovação de responsabilidade criminal dos alvos.

Leia Também:  Regras para uso de postes por empresas de energia e teles vão à Câmara

 

 

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA