POLÍTICA NACIONAL

Damares relata casos de abuso e tráfico infantil durante missão da CDH no Marajó

Publicado em

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em pronunciamento nesta terça-feira (1º), destacou a missão oficial da Comissão de Direitos Humanos (CDH) ao arquipélago do Marajó, no Pará. A diligência, aprovada pela comissão, incluiu visitas às cidades de Breves e Anajás para investigar denúncias de abuso sexual e tráfico humano envolvendo crianças e adolescentes. Também participaram deputados federais e um deputado estadual. O grupo reuniu-se com representantes das redes de proteção à infância e às mulheres, além de autoridades locais e familiares de vítimas.

Durante a visita, Damares relatou que a comissão ouviu a mãe de Amanda, menina de 11 anos sequestrada, torturada e assassinada em Anajás. O corpo foi encontrado a menos de 150 metros da casa da família. Dois suspeitos foram condenados. Mas a senadora questionou se há mais envolvidos no crime e defendeu o acompanhamento do caso por parte do Senado.

O grupo também acompanhou a situação de Elisa, desaparecida aos dois anos de idade. A investigação foi reaberta por determinação do Ministério Público, após passar por três delegados. A mãe relatou ter sido ameaçada e agredida por supostos traficantes, que teriam apresentado uma foto da filha viva e exigido a entrega de outra criança como condição para devolvê-la. A imagem foi divulgada em um grupo de moradores e será submetida a perícia.

Leia Também:  MP que regulamentava pagamento de dívidas dos estados perde validade

— Por que essa menininha está desaparecida? Desapareceu com dois anos de idade. Ela já está chegando aos quatro anos de vida e não se conclui a investigação. Por incrível que pareça, o primeiro delegado encerrou o caso. Já está no terceiro delegado — afirmou Damares.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

“Quem tem medo da PF?”, vídeo de Alexandre de Moraes viraliza

Published

on

 

Nesta terça-feira (15), após Flávio Dino e Edson Fachin, o segundo bate-boca no Supremo Tribunal Federal (STF) foi protagonizado pelos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, atualmente figuras antagônicas na Corte.

Mendonça prontamente rebateu, dizendo que Moraes estava “mentindo”.

Confira o diálogo:

Moraes: – Não há como julgar hoje, sem julgar terça, porque eu pergunto: quem tem medo da Polícia Federal?

Mendonça: – Não é questão de medo, não.

Moraes: – Não estou perguntando a Vossa Excelência.

Mendonça: – Mas eu estou lhe respondendo.

Moraes: – Quem chamou a Polícia Federal e exigiu que a Polícia Federal colocasse um colega na colaboração premiada? E vamos trazer aqui, presidente, testemunhas que eu vou indicar. Vou chamar aqui advogados. Eu tenho testemunhas de que o ministro André disse, em reunião…

Mendonça: – Mentira, isso é mentira!

Moraes: – Vamos chamar? Não há como julgar hoje sem julgar terça-feira.

 

Leia Também:  CCT vai debater plataforma digital para pesquisa agropecuária brasileira
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA