POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Infraestrutura aprova homenagem a engenheiro catarinense

Publicado em

A Comissão de Infraestrutura (CI) aprovou nesta terça-feira (17) projeto que nomeia como “Engenheiro Rui Ramos Soares” o trecho da rodovia BR-282 entre os municípios de Florianópolis e São José, em Santa Catarina. De autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), o PL 5872/2025 reconhece a atuação do engenheiro catarinense no desenvolvimento da infraestrutura rodoviária do estado.

Rui Ramos Soares foi um dos fundadores do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC), ocupando o cargo de primeiro secretário na diretoria inaugural, em 1958. Ele morreu em 2009. Para Esperidião Amin, a proposta representa “justo reconhecimento ao legado de um dos mais relevantes profissionais do setor viário e da engenharia catarinense”.

Requerimentos

A CI também aprovou a realização de duas audiências públicas nesta terça-feira. O senador Wellington Fagundes (PL-MT) sugere no REQ 8/2026 um debate sobre os avanços das obras da Ferrovia Vicente Vuolo (Ferronorte), em Mato Grosso. Já o requerimento 3/2026, do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), pede que se discuta a suspensão do decreto presidencial que inclui no Programa Nacional de Desestatização (PND) as hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós.

Leia Também:  Centenário da General Motors do Brasil é celebrado em sessão solene do Congresso

Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Oriovisto critica PEC que põe fim à escala 6×1 e defende debate no Senado

Published

on

O senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) defendeu, em pronunciamento na quarta-feira (17), que o Senado Federal analise a proposta de emenda à Constituição que trata do fim da chamada escala 6×1 (seis dias de trabalho semanais para um de descanso). O parlamentar avaliou que a PEC 221/2019 pode ter impactos relevantes sobre as contas públicas e diferentes categorias profissionais  e destacou preocupações relacionadas ao impacto fiscal de mudanças no regime de trabalho. Segundo ele, o tema deve ser debatido com atenção pelo Senado.

— O impacto fiscal disso é enorme, a bomba fiscal que essas coisas representam são imensas, e votar essas coisas em período pré-eleitoral é uma loucura. As pessoas não estão fazendo contato com a realidade fiscal deste país. A escala 6×1 é a maior de todas as bombas fiscais que nós podemos aprovar  — declarou. 

Oriovisto também citou o setor agropecuário, especialmente atividades contínuas como granjas e criação de animais, para ilustrar possíveis efeitos de mudanças na jornada de trabalho. Segundo ele, esses segmentos já funcionam organizados conforme a escala atual. O senador afirmou ainda que alterações na escala poderiam impactar o custo de produção e o mercado de trabalho informal, com possíveis reflexos em diferentes setores da economia.

Leia Também:  Paim destaca aprovação de projeto contra devedores contumazes

— Se toda uma economia que está estruturada numa escala 6×1 mudar do dia para noite para uma escala 5×2, ela se desestrutura. Os países do Mercosul, vizinhos nossos, que passaram para essa escala fizeram a transição em oito anos, e queremos fazer em um mês ou dois. É uma coisa inviável —  afirmou. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA