POLÍTICA NACIONAL

Augusta Brito defende projetos que combatem a violência contra a mulher

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A senadora Augusta Brito (PT-CE) destacou iniciativas do seu mandato voltadas à proteção das mulheres, em pronunciamento nesta quarta-feira (25) no Plenário. Ela defendeu a aprovação de projetos que ampliem a prevenção e o combate à violência de gênero, reduzindo fatores que agravam os casos de violência doméstica, como o acesso de agressores a armas de fogo.

— Todos os tipos de violência são potencializados quando a gente permite que o agressor continue com o porte e com a posse de arma. Por isso vieram vários projetos, que estão tramitando. Estou aqui fazendo o registro da importância de a gente poder aprová-los o mais rápido possível — disse.

A parlamentar também mencionou a subnotificação dos casos de violência e ressaltou que uma parte significativa das vítimas de agressões não registra ocorrência. Para a senadora, isso reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes e de mais rigor na legislação.

A senadora destacou um projeto de lei de sua autoria, conhecido como “PL Renata” (PL 3.671/2025), em referência a uma vítima de estupro. A proposta, que busca restringir a liberação de acusados de estupro, foi aprovada na Comissão de Direitos Humanos nesta quarta-feira. Augusta citou ainda o PL 896/2023, aprovado no Plenário do Senado na terça-feira (24), que equipara a misoginia ao crime de racismo. Segundo ela, essas medidas ampliam a proteção às vítimas e tornam mais rigorosa a resposta do Estado a esses crimes.

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Augusta chamou a atenção para uma estatística: pelo menos 48% das brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar ao longo de sua vida.

— Nós precisamos, verdadeiramente, de leis que reflitam a gravidade real da violência contra nós, mulheres. Todos os dias acontece violência, todas as horas. É muito importante lembrar que a luta contra a violência de gênero também passa pelo combate à misoginia, que começa no discurso de ódio e se espalha nas redes, naturaliza a humilhação e termina alimentando agressões bem mais graves — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lula lamenta terremoto na Colômbia que deixou mortos: ‘Brasil permanece à disposição’

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O presidente Lula lamentou o terremoto que atingiu cidades da Colômbia nesta segunda-feira (10), deixando ao menos 82 mortos, segundo a agência de notícias Reuters.

Lula colocou o Brasil à disposição do país vizinho. “Recebi com preocupação a notícia do forte terremoto que atingiu hoje a Colômbia, com epicentro no departamento de Chocó. Em nome do povo brasileiro, manifesto minha solidariedade ao povo colombiano, especialmente às famílias das vítimas e a todos os afetados pelos tremores. O Brasil permanece à disposição da Colômbia para prestar o apoio necessário”, escreveu no X.

  • O terremoto teve magnitude 7,4 e foi sentido com força em Bogotá e Cali.
  • Pelo menos 69 pessoas morreram em Pereira, 2 Quebradas e La Virina.
  • O epicentro foi em San José del Palmar, a 107 km de profundidade.
  • Não houve alerta de tsunami após o tremor.
  • O tremor também foi sentido em Manaus, no Brasil.

O forte terremoto de 7,4 foi sentido com intensidade em grandes cidades como Bogotá e Cali. Pelo menos 69 pessoas morreram em Pereira, 2 Quebradas e La Virina, segundo a AFP, citando fontes oficiais.

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O epicentro do terremoto registrado por volta das 7h34 (hora local) ocorreu a cinco quilômetros a leste de San José del Palmar, em Chocó (oeste), e atingiu uma profundidade de 107 quilômetros, conforme informou o Serviço Geológico da Colômbia e dos Estados Unidos em um relatório preliminar. Não foi emitido um alerta de tsunami.

Terremoto sentido em Manaus

O terremoto registrado na Colômbia também foi sentido em localidades de Manaus, no Amazonas. Conforme a Defesa Civil, o Edifício Palácio do Comércio, no centro, precisou ser esvaziado por questões de segurança. Não há registro de feridos.

Segundo o órgão, as inspeções estruturais se concentram principalmente nos bairros Adrianópolis, Aleixo e centro. Edifícios residenciais também foram esvaziados por medidas preventivas.

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