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Pedágios passam a cumprir lei de 2021 que permite pagamentos em Pix e crédito nas estradas de MT

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Em vigor desde 2021, a Lei n° 11.491/2021, fruto de um projeto de lei de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), que garante a possibilidade de pagamentos instantâneos autorizados pelo Banco Central do Brasil, pix e também cartão de crédito nas praças de pedágio em todo o estado não está sendo cumprida em todos os lugares, conforme experiência do próprio deputado deputado. Quatro anos depois da vigência da lei, – desde o dia 1º de setembro – as praças de pedágio da BR-163/364 sob responsabilidade da Nova Rota do Oeste começaram a receber pagamentos de tarifa por meio destas duas formas de pagamento.

De acordo com a Nova Rota do Oeste, as novas modalidades estarão disponíveis em todas as cabines de cobrança da BR-163/364 no prazo de 24 meses. Em relação ao pagamento via Pix, será disponibilizado aos motoristas o wi-fi para conexão com acesso à rede NRO-Usuários, sendo que já foi contratada empresa responsável para fornecer a conectividade em 100% do trecho sob concessão. Também, é importante fazer o cadastro previamente nas bases operacionais da concessionária para agilizar o atendimento do usuário.

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O parlamentar lembra que já passou por constrangimentos na estrada por não ter outra opção de pagamento, além do cartão de débito e dinheiro em espécie. “Nossa lei está em vigor desde 2021. Lembro, que no ano de 2024, em uma viagem entre Rondonópolis à Cuiabá, fiquei parado no pedágio, por falta de outras opções para efetuar o pagamento. Cobrei a aplicação da nossa lei para que os motoristas pudessem pagar os seus pedágios de forma simples e rápida. Agora, eles vão ter um acesso mais fácil e maior comodidade, como exige a lei”, declarou.

Fonte: ALMT – MT

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Medeiros nega indireta a Wellington e diz que “melancias” mudam de postura em Brasília

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O deputado federal José Medeiros (PL), candidato ao Senado, afirmou que a propaganda em que aparece cortando uma melancia não foi produzida como uma provocação ao candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL). Segundo ele, a mensagem é direcionada a políticos que fazem campanha se apresentando como integrantes da direita, mas adotam outra postura depois de eleitos.

No vídeo, Medeiros usa a imagem da fruta para criticar os chamados políticos “melancia”, expressão utilizada no discurso político para definir quem seria “verde por fora e vermelho por dentro”. A referência associa a aparência de direita a uma suposta atuação alinhada à esquerda.

Durante entrevista concedida nesta quinta-feira (3) aos portais FatoAgora, Estadão e Muvuca Popular, Medeiros foi questionado se a propaganda seria uma indireta para Wellington Fagundes. O deputado negou e explicou que seu comentário se refere especificamente à disputa pelo Senado.

“Foi para a disputa para o Senado. Eu falei bem no vídeo: ‘olha, o sujeito sai daqui e vai para Brasília’. Ele [Wellington] vai para o Palácio Paiaguás, não é para Brasília”, afirmou.

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Medeiros disse que sua crítica está relacionada ao comportamento de candidatos que, segundo ele, adotam um discurso mais conservador durante a campanha e mudam de posição após assumirem uma cadeira no Congresso Nacional.

“Foi para os candidatos que vão para Brasília e chegam lá. Aqui eles são ‘tigrão’, tentam contar uma coisa para o eleitor e chegam lá, ficam ‘tchutchuquinhos’ do Alexandre de Moraes”, declarou.

O deputado também questionou políticos de Mato Grosso que, na avaliação dele, apresentam um discurso de centro ou direita durante a campanha, mas posteriormente apoiam medidas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Medeiros cita Carlos Fávaro

Ao explicar quem estaria entre os alvos da crítica, Medeiros citou o senador Carlos Fávaro (PSD), que disputa a reeleição. Para o deputado, Fávaro teria utilizado uma identidade política mais associada à direita durante a campanha de 2020 e, atualmente, adotaria uma estratégia para não deixar evidente seu posicionamento.

“Fávaro fez campanha totalmente verde e amarela em 2020, agora o ônibus dele é verde, amarelo, azul e branco. Qual que é isso? É tentar esconder o lado vermelho dele, ou seja, o lado vermelho está dentro”, afirmou.

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Medeiros acrescentou que, além de Fávaro, outros candidatos ao Senado também estariam tentando suavizar ou esconder suas posições políticas durante a corrida eleitoral.

A expressão “melancia” ganhou espaço no debate político como uma forma de acusar determinado candidato de manter um discurso identificado com a direita, mas adotar posições consideradas de esquerda após conquistar o mandato.

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