MUDANÇAS

Galvan defende escolas cívico-militares e cobra valorização dos professores

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O produtor rural e pré-candidato ao Senado Federal por Mato Grosso, Antônio Galvan (Avante), defendeu a ampliação do modelo de escolas cívico-militares e afirmou que o sistema educacional brasileiro precisa passar por mudanças estruturais. Segundo ele, a falta de disciplina nas salas de aula e o baixo investimento no ensino fundamental comprometem a formação das futuras gerações.

Ao comentar a situação das escolas, Galvan criticou o que classificou como ambiente de desordem no ensino tradicional e afirmou que o modelo cívico-militar apresenta resultados superiores em desempenho e disciplina.

“O que nós podemos esperar dessas crianças dentro da sala de aula? A anarquia que está dentro das escolas. Nas escolas cívico-militares, os resultados são diferentes. Basta ver que, por onde passam, conquistam premiações e apresentam um ambiente de respeito e disciplina”, afirmou Galvan.

O pré-candidato também defendeu uma mudança na prioridade dos investimentos públicos em educação. Para ele, o foco deveria estar no ensino fundamental, etapa que considera essencial para a formação dos estudantes. Galvan ainda afirmou que a valorização dos professores deve fazer parte desse processo, com remuneração adequada, melhores condições de trabalho e reconhecimento da importância dos profissionais para a qualidade do ensino.

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Na avaliação de Galvan, as universidades federais também precisam passar por mudanças administrativas. Ele propôs a adoção do modelo cívico-militar nessas instituições, com a participação de militares, como forma de combater a desordem e fortalecer o ambiente acadêmico.

“Hoje o Brasil investe mais no ensino superior do que no ensino fundamental. Se a criança não aprende a ler, escrever e fazer as quatro operações, como vai construir o futuro? Precisamos mudar isso e levar disciplina também para as universidades federais. Mas essa transformação também passa pela valorização dos professores, que precisam ser respeitados e remunerados de forma justa para desempenhar seu papel na formação das novas gerações”, concluiu.

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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